quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Musiquinha boa...



Meus poetas lindos..

Só o Poetinha na minha vida..



Soneto do amor total
Amo-te tanto, meu amor... não cante
O humano coração com mais verdade...
Amo-te como amigo e como amante
Numa sempre diversa realidade

Amo-te afim, de um calmo amor prestante,
E te amo além, presente na saudade.
Amo-te, enfim, com grande liberdade
Dentro da eternidade e a cada instante.

Amo-te como um bicho, simplesmente,
De um amor sem mistério e sem virtude
Com um desejo maciço e permanente.

E de te amar assim muito e amiúde,
É que um dia em teu corpo de repente
Hei de morrer de amar mais do que pude.

- Vinicius de Moraes



**Desenho por mim =D


Imagine


O Planeta é uma bola que rebola lá no céu...


Surpresas, adoro surpresas!

Oh vida linda. Grata pela generosidade!

Podem estranhar, mas a anti social aqui  até que anda bem sociável. Porque agora eu acredito que existem pessoas legais no mundo. Cada uma à sua maneira. É só dar a oportunidade delas se achegarem.

Oi oi oi... Olha aquela bola, a bola pula bem no pé no pé do menino

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

PAREM-O-MUNDO-QUE-EU-QUERO-DESCER


Quanta infelicidade!

O Haddad já começou a mostrar a que veio.
Vetou o primeiro projeto de lei que beneficiaria a educação.
E o sindicato muito bacana, marcou uma ASSEMBLÉIA, pasmem, para SÁBADO.
Legal, bem legal.
MEU, raça infeliz esse povo da educação!
Individualistas, absolutamente!
Chego na escola e mereço ouvir o desdém das profs que foram na R.E. quando foram levantadas questões sobre outros municípios, e até dos estudantes da USP. Quanta indignação por ter que ouvir os problemas que atingem a educação em outros níveis, como se a gente estivesse numa bolha!
É cada um no seu quadrado, cada um com seus problemas! Sem a mínima consciência política. E justo professores. Ah vá a merda.
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Daí que vejo o contrário as vezes. Tem uns grupos radicais que não tem noção. Quando metem a cara por eles próprios, tudo bem. Agora odeio ver eles envolvendo outras pessoas, arriscando a vida de outros, por ideais que ainda estão tão longe da gente. E os movimentos populares que querem intervir nessas comunidades que serão retiradas por conta da copa. O que eles podem fazer, de fato? Sabe o que essas pessoas querem? CASA. E é isso. Eles não tem meios de garantir isso. Podem fazer mobilizações, reuniões, palestras de esclarecimento, indicar advogados (?), fazer atividades culturais nessas comunidades.. mas garantir moradia, sem chance. Dai vira voluntarismo, vira caridade. Perde o sentido. E perde a confiança das pessoas que esperavam alguma solução (tão prometida!) pros seus conflitos... Ah, sei lá.
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E esse mundo machista que me mata!
Seus primatas!
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Não consigo ver nenhum grupo/movimento ou sei lá o quê que nos dias de hoje vai por um rumo razoável. Não tem, sério. Não sei o que faço, fico olhando tudo , esse mundo, a imagem é desoladora. O que fazer?? Mundo sem evasão.

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

livre (se)

Livre-se da sua inteligência, se ela não faz ninguém sorrir, se é incapaz de te fazer sentir o gosto bom da simplicidade. Livres-se do bom senso, se não tem bom humor. Do bom gosto, se não tem bondade. Se desfaça do seu lado crítico, se ele te prende numa opinião quadrada sobre as coisas que estão te cercando e não te permite um novo olhar sobre aquilo que está mudando. Livre-se da lógica, se não dá brilho aos seus olhos, se não deixa cor na sua boca, se não enfeita o mundo; e seja a incógnita que dança na poça, que canta na chuva, que beija o absurdo. Seja profundo. 

Eliza Moreno

Cansada.


O que?? Ainda é fevereiro?? Como assim?? Estou cansada como quem está em junho... quero férias!!!!!!!!
Isso não tem graça.

Viver é um rasgar-se e remendar-se




A cada despedida, morro inteira. Nunca mais sou a mesma. Minhas pétalas caem, fico murcha, despedaço. É tão grande o rasgo que se abre dentro de mim e dói tanto que, na hora, tenho certeza de que jamais vou me curar. mas com o tempo me reconstruo, vou nascendo de novo. No dia 1° passa um filme que eu adoro; o dia 3 amanhece ensolarado; no dia 6, dá praia. E aí, para minha surpresa, no dia 10, a dona da venda lembra meu nome e, no dia 26, o mais bonito da rua sorri pra mim. Até que, num belo dia 15, o rasgo acorda costurado. Cada história me alinhava numa cor diferente, vou me colorindo e a vida me continua.

Elisa Kim

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

NÃO NÃO NÃO!


VOCÊS ENTENDERAM TUDO ERRADO!

Não basta ser inteligente!

Tem que ser humano!
Tem que ser sensível!
Tem que ser humilde para aceitar e aprender com os saberes dos outros!

Quantos eu vejo por aí surpreendentemente inteligentes
e quando conheço de fato
vejo pessoas tão frias
mesquinhas
arrogantes
egoístas

Parem, vcs inteligentes, de exibir seus saberes!
Atuem de forma humana
de forma ética

Seus burros!




segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Pensando..


Tá doendo bastante.  Talvez seja como me disseram: é como paciente em estado terminal. Você sabe que não tem mais jeito, que a pessoa está sofrendo, mesmo assim você não quer que ela morra. E quando o inevitável acontece sentimos muita dor. É como estou me sentindo. Mesmo sabendo que o relacionamento não ia bem, não me fazia feliz, tendo racionalmente motivos para o rompimento, ainda me sinto absolutamente triste com o fim.
Normal, né. Eu sei.

A gente se envolve, se esforça, se dedica, faz planos, cria expectativas. Normal se sentir frustrado quando a coisa não funciona como gostaríamos que tivesse funcionado. Fora que romper com aquela rotina, aquele hábito de ter um relacionamento não é fácil. A gente fica sentindo um vazio, se sente deslocado na própria vida. E pra ajudar eu terminei a monografia, que me ocupava o tempo e as ideias. Aí dá um certo desespero quando você se vê diante de tanto tempo livre.

Daí a gente precisa reformular tudo. Repensar os sentimentos, reelaborar as memórias (não quero sentir dor quando me vier algo me lembre nós dois, ou quando reencontrá-lo), refazer minha rotina, incluir novas atividades e dar novo sentido à vida. Como diz num livro muito bom que li "A transformação da intimidade" de Anthony Giddens, é preciso refazer as narrativas do eu. Mas isso só acontece depois de um período de luto. Você precisa se permitir sentir dor e sofrer, e só depois está pronto para dar o adeus e refazer o próprio mundo, incluindo as reflexões e aprendizagens que resultaram do momento anterior.

Sabe o que eu odeio? Quando me falam "ah, que pena, mas não fica triste, você vai encontrar outra pessoa..." Caraleo! Isso me deixa puta. Não quero que minha felicidade seja absolutamente atrelada à "ter um relacionamento sério". Não quero ter a "síndrome da princesa" que só se sente feliz, realizada quando encontra seu príncipe encantado. Quero ser feliz no desenvolvimento do meu eu, da minha individualidade, da minha identidade.

Não to dizendo com isso que acho que as pessoas possam ser felizes vivendo absolutamente sozinhas. De jeito nenhum. A solidão do eu não traz alegria a ninguém. Mais do que nunca percebi que somos mesmo animais sociais. Que somos chamados de "ser social" não por acaso, ou de forma puramente conceitual, abstrata. E não é só porque vivemos em sociedade também. Mas porque o nosso próprio "eu" só se faz na relação com "os outros". É a relação com o outro que me torna humana. Não, não é o conhecimento por si só, não são as ideias, e muito menos as "coisas" por si só. O conhecimento do mundo não vale de nada se não nos torna mais humanos, isto é, se não nos torna mais capazes de olhar para o outro com sensibilidade, com humanidade, se não nos torna capazes de compreender o outro e aprender com ele, com sua história, suas experiências, seus saberes, que são sempre tão diversos dos nossos. Cada pessoa é um mundo. Cada pessoa tem sua história, suas experiências de vida, que fazem com que ela tenha sentimentos, desejos, dores, anseios, angústias, medos, alegrias e formas diferentes de reagir às coisas da vida. E se relacionar com alguém é penetrar nesse mundo que é diferente do seu, é se interessar pelo outro e por tudo aquilo que o faz ser ele e não outro qualquer. E ao mesmo tempo é estar disponível, é estar aberto e permitir que a outra pessoa também adentre o seu universo. O relacionamento é uma troca constante, não tem como ser diferente. Claro que nesse contexto a gente precisa preservar nossos momentos de autonomia, mas essa troca é fundamental. É fácil amar a aparência. Difícil é continuar gostando quando conhece as incongruências do outro. Mesmo porque elas despertam as contradições nossas próprias. Nunca o meu trabalho sobre o hedonismo fez tanto sentido:

A crescente atitude hedonista que se apresenta na sociedade atual reforça o isolamento no qual o individuo é lançado pelas relações sociais capitalistas. À medida que a sociedade se caracteriza pela divisão de classes, as relações sociais no interior dela são superficiais, configurando-se como reificadas por se fundamentarem no interesse, classificando as pessoas através da lei do valor capitalista. As relações pessoais não reificadas, que permitem ao indivíduo um maior envolvimento com o outro, levam consequentemente à essência. Esta, marcada pela imperfeição, desperta no individuo sentimentos como decepção e insegurança, fazendo-o fugir dessas relações, pois estas requerem abrir mão da felicidade que as relações imediatistas, característica do hedonismo, oferecem, reforçando o isolamento do indivíduo.

Creio, posso estar errada, que foi aí que sucumbiu meu relacionamento. Mas isso é outra história. O fato é que nossa vida só ganha sentido nessa troca constante. Ela não precisa necessariamente acontecer em forma de um relacionamento tradicional e tals, mas são relações com os outros em geral. Com a família, os amigos, as pessoas que nos cercam. No final, são as coisas mais importantes, e únicas capazes de nos trazer a tão prometida felicidade. Mas é preciso ter paciência, carinho e não se assustar com as decepções e tristezas que frequentemente essas relações nos causam. A solução não é fugir delas. Mas aprender com elas.

Essa reflexão não está concluída, certamente.
Mas encerro, por hoje, com uma música:, sensível, só pra acalentar o coração:


A Idade do Céu

Paulinho Moska

Não somos mais
Que uma gota de luz
Uma estrela que cai
Uma fagulha tão só
Na idade do céu...
Não somos o
Que queríamos ser
Somos um breve pulsar
Em um silêncio antigo
Com a idade do céu...
Calma!
Tudo está em calma
Deixe que o beijo dure
Deixe que o tempo cure
Deixe que a alma
Tenha a mesma idade
Que a idade do céu...
Oh! Oh!...Oh! Oh!
Não somos mais
Que um punhado de mar
Uma piada de Deus
Um capricho do sol
No jardim do céu...
Não damos pé
Entre tanto tic tac
Entre tanto Big Bang
Somos um grão de sal
No mar do céu...
Calma!
Tudo está em calma
Deixe que o beijo dure
Deixe que o tempo cure
Deixe que a alma
Tenha a mesma idade
Que a idade do céu
A mesma idade
Que a idade do céu...






sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Solidão



"Solidão

A maior solidão é a do ser que não ama. A maior solidão é a do ser que se ausenta, que se defende, que se fecha, que se recusa a participar da vida humana. A maior solidão é a do homem encerrado em si mesmo, no absoluto de si mesmo, e que não dá a quem pede o que ele pode dar de amor, de amizade, de socorro. O maior solitário é o que tem medo de amar, o que tem medo de ferir e de ferir-se, o ser casto da mulher, do amigo, do povo, do mundo. Esse queima como uma lâmpada triste, cujo reflexo entristece também tudo em torno. Ele é a angústia do mundo que o reflete. Ele é o que se recusa às verdadeiras fontes da emoção, as que são o patrimônio de todos, e, encerrado em seu duro privilégio, semeia pedras do alto da sua fria e desolada torre." Vinícius de Moraes...




Esse Vinícius parece falar na minha alma...

Dia fatídico. Só não digo que nada de pior poderia ter acontecido porque sei que nada é tão ruim que não possa piorar... pode cair um meteoro nas nossas cabeças, por exemplo...

Tudo bem flor, acalma o coração...Eu estava postergando esse momento pois sabia que seria doloroso.. no entanto, era mais que necessário.

A gente chora, fica triste, mas depois passa né? Tudo passa... Outras oportunidades virão.

Lembra?

Aprender com as primaveras, que deixa se cortar pra poder voltar sempre inteira.








quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013


Rrsrsrsrs chupa laranja lima foi boa...

É que as vezes viver é cansativo e to precisando de um descanso...

Sem açúcar sem afeto


To chateada
desanimada
cansada
de saco cheio
cansada das pessoas
cansada da minha vida
to amarga
azeda
cansada.

O mundo tá uma bosta
e tão poucos percebem!
as pessoas estão perdidas

A educação? São muitas exigências
e poucas condições objetivas de realizá-las

Os estudos? Santo, como ainda sou limitada!
Cada coisa que aprendo abre um buraco ainda maior

E de resto?
Sem sal, sem açúcar
sem afeto


quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

7 dias de trabalho...


Agora a gente vai importar modelo pedagógico?? Ah, me poupe!

Eu vou estudar essa porra,
essas abordagens psicologizantes
que trata a individualidade como autossustentada
vou mostrar como essas bostas só atendem aos interesses do capital

olha pra realidade! pra nossa realidade! vamos partir dela peloamordedeus!!!! sejamos materialistas, sim! por favor!!!! Vamos sonhar com outras realidades, mas com os pés no chão!

A nova diretora veio com ideias mirabolantes. Muito sabida das teorias. Muito mesmo. Mas bem pouco da realidade. É foda isso! Desculpe-me mas eu me recuso a adotar um "modelo pedagógico" que parte da seguinte premissa:

Modelo curricular High/Scope

"tal modelo se relaciona a um projeto de sociedade mais amplo, 
de formação de “[...] indivíduos autônomos, confiantes em si, conscientes de sua identidade, 
prontos para se afirmar e competir numa sociedade individualista como a norte-americana”


CUMA???? POSSO MORRER AGORA????


terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

nada de cercas!


Relendo a conclusão... o texto tá tão bonitinho que nem parece que saiu de mim ..até que.... até que eu me deparo com um "A CERCA". A CERCA??? Você estar se perguntando, será que Lukács pulou A CERCA, sei lá, né, vai saber.... Caralho!!!! É ACERCA, AAACERCAA TUDOJUNTO, porque é locução prepositiva que junta dois assuntos. Bláaa... Eu já errei isso no meu TCC, será possível que corrigida uma vez já não basta?? Há!

Cansada?


Olha, vou te dizer, estou estafada.

Com os pulsos doendo horrores e a cabeça implorando por um descanso.

Agora praticamente só faltam detalhes... Pequenos detalhes que vou resolver com a prof. por email mesmo.

Depois da mono, vai me faltar fazer ainda (ainda santo deus) um trabalho sobre crítica ontológica ao capital. Nem sei por onde começar o dito cujo...



Com a cabeça lá no CEI



Confesso que estou um pouco preocupada com a turminha que peguei esse ano. Meus alunos do ano passado da mesma faixa etária me chegaram de outra forma... Eles eram falantes, espertíssimos e a turma mais danadinha e agitada dos três estágios. Mas não eram indisciplinados. Sabiam que ali existiam regras de convivência, eu não precisava a todo momento relembrá-las pra que eles seguissem e não se matassem. Esses pensam que o CEI é a casa da mãe joana! Acham que podem fazer o que querem a hora que bem entendem! Eu até sei os motivos disso, mas não cabe aqui apontar. O fato é que agora é hora de eu ver se sei  mesmo ser professora ou não. Trabalhar com anjinhos espertos é fácil. Quero ver disciplinar e ensinar algo à crianças difíceis e que já vêm de certa forma com o desenvolvimento inferior para a idade...

Mas, pensa.... Eles tem 3 anos!!!! É exatamente a hora de aprumar a personalidade e o caráter da pessoa. Passado isso sim, fica difícil.

É, terei de por as mãos na massa! Eles que me aguardem!


segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

Agradecimentos???


Será que é muito chato eu entregar a monografia sem agradecimentos e epígrafe???

Ai...
ai...
ai...

Mais coisa pra escrever....

Tá, agradecimentos:


Agradeço aos meus pais que me colocaram no mundo sem o quê essa monografia seria impossível.
Agradeço à mim que sem essa disposição e esforço também não teria monografia, pelo menos não dentro do prazo.
Agradeço à Pedagogia da Unicastelo e em especial ao professor Ronaldo que através do conhecimento deram algum sentido à minha vida.
Agradeço à professora Vânia pela paciência, que em suas férias de janeiro bem que podia ter mandado eu encher o saco de outro.
Agradeço ao namorado e a todos os amigos pela compreensão e apoio.
E por fim agradeço ao meu blog sem o qual metade da monografia não teria saído.

Eu posso também me desculpar nos agradecimentos??

Peço desculpas aos amigos e família pela ausência.

Fim.

Pode ser?? E a epígrafe??

É melhor começar logo com seriedade algo de medíocre do que ficar sonhando eternamente com a perfeição. (Henri De Tourville)

hahahahhahahahahhaha eu sou do mal...



Carnaval e monografia: pular só se for de página


Porque diabos eu não consigo para de mexer nesse texto...

Como é insuportável fazer trabalho acadêmico! Eu que pensava que o TCC da graduação tinha sido difícil nem imaginava esse troço de monografia. Porque são documentos e mais documentos. Declaração disso, autorização daquilo, ficha praquilo outro. Só da secretaria de pós da FSA recebi uns 8 documentos, entre fichas e regulamentos e manuais de monografia... Pois é, existe um manual próprio da FSA que padroniza os trabalhos acadêmicos. É a formatação, ficha catalográfica (what??) e mais uma penca de coisa.... HAJA PACIÊNCIA e tempo....

domingo, 10 de fevereiro de 2013

É CARNAVAL E EU AQUI



Ouvindo RADIO ROCK, que agora voltouuu!!!


...eu quero ver quem é capaz de fechar os olhos e descansar em paz!

Quem não tem teto de vidro que atire a primeira pedra.


Pitty

Rememorando minha adolescência!!! Lindo..

E volta à introdução...


Respondendo ao questionamento da pro:

Quando eu falo que a sociedade capitalista desprende os indivíduos de sua classe social de origem eu não estou querendo dizer que as classes sociais não existem mais, nem estou me referindo à libertação dos homens quanto aos instrumentos de trabalho, mas que nos períodos históricos anteriores, como no estamento, repetindo um exemplo de Marx, a relação do indivíduo com a generidade é algo inabalavelmente fixo na medida em que a classe a qual pertence o indivíduo é qualidade inseparável de sua individualidade. Daí que, a sociedade capitalista baseia as relações de produção no livre contrato entre trabalhador e capitalista, ou seja, o trabalhador é livre para vender a sua força de trabalho. Isso não só o permite uma significativa autonomia com relação à períodos anteriores, como faz com que as suas condições de vida sejam fortuitas, casuais. Isso porque a sua relação com o gênero passa por uma transformação, essa relação passa a ser direta sem mediações sociais, assim, não é mais absolutamente fixa, mas possui uma dada flexibilidade, pois antes "um nobre empobrecido continuava um nobre, mas um capitalista empobrecido cessa de ser capitalista". Por isso na sociedade capitalista o indivíduo ganha uma aparente liberdade com relação à classe social...

Me fiz entender????

Resumo


Haja vocabulário pra escrever mil vezes a mesma coisa com palavras diferentes... odeio trabalhos acadêmicos!

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Na introdução, a professora anotou: fale um pouco sobre o autor...
Minha empolgação:

Pffiiiiii... tá, tá, vamo vê que ano essa bodega nasceu...

Meu humor tá excelente.

Raio de contradição!


É foda quando você se mata de estudar e por fim se dá conta de quanto o seu entendimento ainda é limitado!



O primeiro impulso é: vou largar essa merda toda e que se exploda o mundo!
Eu estou exatamente nessa fase.

Mas pra minha felicidade ou infelicidade sei que em breve vai passar e que vou querer tudo de novo. É... porque querer entender o mundo é contrair uma dívida que nunca acaba e que a cada vez você tem que pagar com juros e correção monetária.



sábado, 9 de fevereiro de 2013

Uma poesia pra adoçar a vida...


Amor nos três pavimentos



Eu não sei tocar, mas se você pedir
Eu toco violino fagote trombone saxofone.
Eu não sei cantar, mas se você pedir
Dou um beijo na lua, bebo mel himeto
Pra cantar melhor.
Se você pedir eu mato o papa, eu tomo cicuta
Eu faço tudo que você quiser.

Você querendo, você me pede, um brinco, um namorado
Que eu te arranjo logo.
Você quer fazer verso? É tão simples!... você assina
Ninguém vai saber.
Se você me pedir, eu trabalho dobrado
Só pra te agradar.

Se você quisesse!... até na morte eu ia
Descobrir poesia.
Te recitava as Pombas, tirava modinhas
Pra te adormecer.
Até um gurizinho, se você deixar
Eu dou pra você...


- Vinicius de Moraes



Diga-me, quem não queria um amor assim??? 
*suspiros*


Com todo esse romance eu não dispensaria nem o gurizinho rsrsr



NÃO AGUENTO MAIS, TO CANSAAAAADAAAAAAAA

FODA-SE O INDIVÍDUO

EU ODEIO LUKÁCS, MORRA!

EU ODEIO ONTOLOGIA


Quero fazer sexo, ler Galeano, beber cair levantar, assistir filme ou simplesmente ficar se fazer nada.
Posso????



De novo...


Conclusão... A práxis e os fundamentos ontológicos da individualidade.

Assim, mediante os pores teleológicos da práxis, compostos duplamente por momentos objetivos e subjetivos, os homens desenvolvem os seus próprios meios de produção e reprodução da vida, o que, num longo processo de desenvolvimento,promove uma ampla e profunda complexificação da sociedade. Com a expansão da malha social o campo de manobras dos homens singulares é ampliado significativamente permitindo que da singularidade natural surja a individualidade. Esses passam a se defrontar com uma série de exigências sociais que lhes obrigam a tomar inúmeras decisões cada vez diante de um maior número de alternativas possíveis e em todos os âmbitos de sua vida. O sujeito é obrigado, assim, a unificar internamente suas decisões, o que resulta na personalidade. Essas decisões entre alternativas é a substância que compõem a individualidade. Portanto, a individualidade não é uma qualidade originária do homem, mas só se torna possível diante da ampliação da sociabilidade, o que a torna profundamente social.

Caraca, dificil saber o que é mais importante nesse capítulo, tudo é importante!

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

ATEIA


O homem criou deus a sua imagem e semelhança. 

Obrigada Feuerbach!

prontofalei

Não gente, o princípio não é a ideia, e sim a matéria. Primeiro as coisas existem, ponto. Depois, beeemmmm depois, surge a ideia, ou seja, a consciência, para apreendê-las e posteriormente conceituá-la. SÓ O HOMEM TEM CONSCIÊNCIA. Não existe nenhum ser ponente por detrás das "coisas" da natureza. Sabe porque?? Porque não existem simplesmente "coisas" dadas definitivamente, fixas, estáveis que surgiram num passe de mágica. Noooups. Tudo no mundo, na natureza orgânica, inorgânica, no universo, bláaa, são resultados de processos. PROCESSUALIDADE. Significa que os complexos que compõem algo estão em inter-relação contínua, interna e externamente, e essas inter-relações vão provocando mudanças ao longo do tempo. Muda-se os modos de operar desse algo. E em alguns momentos específicos esse "algo" se converte em outro "algo". É pura causação. Causa e efeito. Mas causa e efeito não é simplesmente de uma coisa "plim!" nasce outra. É processual e depende de múltiplas determinações, fatores, etc. E é um processo LENTO, lentíssimo, absolutamente lerdo. E por isso que o perdemos de vista, pois nossa existência nesse mundo é ínfima. Então, quando aqui chegamos, já nos deparamos com coisas prontas, como se sempre tivessem sido assim e como se fossem ser assim pra sempre. Daí é fácil fazer analogias com o que é ESPECÍFICO DA NOSSA ESPÉCIE: o trabalho como pôr consciente de finalidades e criador de coisas, objetividades.O mundo dos homens é criado assim, por ele mesmo, por finalidades e objetivos definidos pelo próprio homem que vai colocando novos objetos no mundo. Diante da grandeza insondável da natureza e o impulso por tentar compreendê-la, a analogia com algo de que o seu próprio ser está impregnado é algo imediato: o que existe alguém deve ter "criado" com alguma "finalidade". Simplesmente porque isso é tão intrínseco ao nosso próprio ser que fica difícil, inicialmente, entender como a natureza realmente funciona, sem fazer essa analogia direta. Nas religiões antigas politeístas cada elemento da natureza foi produzido por um deus. E no cristianismo, no velho testamento (?) até o dia do descanso o "trabalhador" que nos "criou" tem. Entende agora a afirmação de Feuerbach?

Eu não discuto essas coisas com as pessoas, principalmente evangélicos. É muito engraçado, eles dizem: "prove que deus não existe". Eu não preciso provar nada simplesmente porque é óbvio. Eu sei que a religião cumpre um papel importante na vida dos indivíduos, à medida que é "o coração de um mundo sem coração". É, ela alivia o peso de uma existência cruel e desumana com a ideia de que existe outro mundo onde poderemos gozar de paz eterna. Ora, é uma mentirinha que serve de bálsamo para o coração das pessoas. Fora que é confortável acreditar que "tudo está nas mãos de deus". Tipo, o mundo tá uma merda, mas não é culpa minha e eu não posso fazer nada, porque deus quer assim e ponto. Tudo bem. Mas as religiões não se resumem a isso, elas tornam as pessoas estúpidas, e muitas vezes desumanas. Os maiores massacres humanos da história foram de cunho religioso. Elas separam os homens e os tornam cruéis com os seus semelhantes. Se apoiam, os cristãos, na biblía, e cada grupo simplesmente enxerga nela o que quer. É um texto HISTÓRICO, Histórico gente... Significa que está relacionado diretamente aos modos de vida, costumes, hábitos, construções sociais, bases econômicas, etc, etc, etc do período em que foi escrito. Resumindo: tem coisas absolutamente ultrapassadas, o homem já conseguiu ir além... se prender ao que era comum a dois mil anos atrás é puro retrocesso. E os homens de hoje usam o texto pra fundamentar seus preconceitos, seus reacionarísmo, sua intolerância, Ignorância?? Dos que acreditam nos que dizem essas coisas estapafúrdias sim, deles? Jamais. É assim, fomentando o que há de pior nos homens, que eles constroem seus impérios. 

Eu gostaria de abolir as religiões. Mas eu aprendi que é preciso abolir antes uma sociedade que precisa de religiões. A religião não é o fundamento dos males. Mas os males sociais, o estranhamento do homem com relação ao que ele verdadeiramente é, é o que é o fundamento da religião. Mudemos, então, primeiro a sociedade. As bases em que esta se assenta.

Nunca acreditei em deus. Não, nem quando era pequena. Com 6 anos quando minha mãe me ensinava o pai nosso eu disse a ela que eu não entendia nada do que aquilo queria dizer e que se deus existia porque então a gente não podia vê-lo, ou ouví-lo, ou qualquer coisa do tipo. Ela disse que ele falava na minha consciência. Mas eu tinha certeza que era eu mesma falando pra mim. Eu detestava igreja. Porque aquelas imagens de cristo na cruz sofrendo e ensanguentado me dava arrepios. Aquelas imagens olhando pra gente, aquilo era constrangedor. E diziam que iam na igreja pra sentir "paz". Nossa, eu nunca conseguiria me sentir em paz vendo um cara crucificado  E crucificado, diziam, por mim. Por mim???? Ora bolas e o que eu tinha a ver com isso agora?? Nossa, se fosse mesmo eu me sentiria uma monstra. Então eu fazia escândalo pra não ir à missa. Simples assim. Meus pais respeitaram. 


Compreender o verdadeiro sentido das minhas intuições foi algo incrível. Hoje não me faz absoluto sentido a ideia de um deus criador, onipresente, onipotente... Blá. Eu sou ateia assumidamente e não escondo isso de ninguém. O estado é laico hehehhe. Posso ter a crença que eu quiser, inclusive, crença nenhuma. E que assim seja!

A religião é o ópio do povo!!! 
Dá-lhe Marx




E começa mais um ano letivo...


É gentem, a moleza acabou e eis que voltamos a labuta. Na escola, diretora nova, muitas mudanças. Meus alunos são da mesma faixa etária do ano passado - 3 a 4 anos. Conheci 12 dos 21 essa semana. Minhas impressões? Segue....

Agitados
Ansiosos
Falam freneticamente
Gritam 
Correm na sala
Saem da sala sem pedir
Linguagem infantilizada
Tempo de atenção abaixo da média da idade
Alguns sem limites, desafiadores
Tem brincadeiras agressivas
Apenas 2 conhecem e nomeiam cores
Têm dificuldade para seguir comandos
Não sabem manusear livros
Não se concentram em desenhos ou filmes infantis
Se recusam a recolher os brinquedos
Estão todos, com exceção de uma aluna (a mais nova, pra minha surpresa), na garatuja desordenada


É, pelo visto o meu ano será longo...

Eu sei...


...Feche a porta do seu quarto. 
Porque se toca o telefone
Pode ser alguém com quem você quer falar
Por horas e horas e horas...

Mas não, não vá agora
Quero honras e promessas
Lembranças e histórias...

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

conclusão... ai céus, a cabeça não quer mais pensar...


De novo... a conclusão não sai ... a introdução só saiu porque escrevi aqui primeiro... vamos tentar a conclusão agora...

Vamos ver, a prof. disse que não deve ter nenhuma novidade, deve ser as conclusões parciais mais importantes da cada capítulo mostrando como eles se conectam e estão coesos.

Tá, tá...

O primeiro capítulo eu falo das determinações ontológicas das três esferas do ser me centrando na relação entre singular e universal na natureza orgânica e inorgânica. Quais são as conclusões?

Primeiro que todos os entes que compõem as três esferas do ser - orgânico, inorgânico e social - são objetivos, processuais, históricos e existem enquanto singular e universal. A natureza orgânica e inorgânica são sempre movidas por processos causais. No interior da inorgânica a relação entre singular e universal se configura como transposição do singular a outro gênero, diferente do qual pertencia. A natureza orgânica emerge do seio da primeira e portanto, tem sua existência irremediavelmente ligada a ela. A reprodução dos organismos se faz pela adaptação passiva ao ambiente e o gênero é a somatória de todos os exemplares singulares. Nesses o gênero existe diretamente nos exemplares singulares que já nascem com as capacidades de seu gênero que estão presentes no seu próprio organismo. Assim, as transformações dos gêneros ocorrem nos singulares, mas sem que esses interfiram no processo. Na natureza apenas existem gêneros mudos, porque esses existem efetivamente mas são incapazes de qualquer expressão consciente.
Isso apenas muda com o salto ontológico que deu origem ao novo tipo de ser: o ser social. 

Segunda parte: o ser social e a nova relação entre singular e universal
O ser social enquanto salto ontológico surge da natureza orgânica e é indissociável das esferas precedentes. É ser natural, genérico e a peculiaridade que o distingue dos demais gêneros da natureza é o fato de seus exemplares singulares serem ativos. O desenvolvimento da consciência por meio de sua atividade - sempre socialmente fundada - é o que permite que o homem adapte-se ativamente ao ambiente, transformando-o conforme suas necessidades sociais, afastando as barreiras naturais e construindo, assim, o seu próprio mundo. Desse modo, o gênero se exterioriza, se objetifica, formando algo como uma segunda natureza, isto é, não se expressa diretamente em seus exemplares, mas está fora deles, de modo que esse precisam se apropriar do gênero, de suas construções histórico-sociais, o que marca o gênero humano como novo tipo de generidade. O caráter ativo de seus exemplares singulares acaba por configurar uma nova relação entre singular e universal na qual as mudanças no gênero são postas em movimento pelos próprios singulares por meio da sua atividade vital: o trabalho. Assim, o gênero cessa a mudez biologicamente determinada, pois os homens passam a possuir uma dada consciência de pertencer à um gênero, ainda que num primeiro momento este seja identificado com o agrupamento imediato ao qual o homem singular pertença.

A próxima fala da práxis como fundamento da individualidade.








terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Pra acalmar as angústias, nada como essas palavras...


"Caras alunas,

Entendo perfeitamente o que dizem, pois sei o quanto os conhecimentos - sobretudo, certos conhecimentos - nos abrem horizontes, nos mostram coisas e uma vida que, certamente, antes não conhecíamos - ao menos, não deste modo! Porém, a perda de inocência intelectual cobra seu preço, e, nesse caso, não temos como devolver o "produto" adquirido (Lembrem-se do Fausto, de Goethe, e o implacável Mefistófeles). Temos, isto sim, de fazer o possível para pagar a fatura, pois, inevitavelmente, sentiremos o desejo, a necessidade, de contrair novas e novas dívidas. No caso de vocês, os argumentos contrários às idéias que passaram a acalentar se ampliarão, assim como as dúvidas. Do mesmo modo, a angústia jamais cessará, pois a realidade é dinâmica e os desafios são imensos. Na verdade, não se trata de eliminá-la, pois seu fundamento não é meramente subjetivo, ele se encontra na complexa processualidade da realidade na qual estamos inseridos, e, é claro, na posição e no modo pelo qual nos relacionamos com ela - como indivíduos e como gênero. Trata-se, isto sim, de não deixar-se consumir por ela, mas senti-la como uma chama que alimenta nossa indignação contra a injustiça, a iniqüidade, a indiferença e a ignorância. Devemos, como diz Rosa Luxemburgo, tentarmos a serenidade possível, como Goethe - e como ela, grande mulher! -, mas manter a serenidade em tempos insanos não é fácil. Como dizia um grande filósofo brasileiro, J. Chasin: "Em tempos obscuros como o nosso, manter a serenidade intelectual é um ato revolucionário!" Tentemos, então, manter a serenidade, a lucidez!
Mas, vocês poderiam perguntar, adquirir o conhecimento por si só já é o suficiente? Claro que não, do mesmo modo que não é a posse de um Steinway que torna seu proprietário um pianista. A ação é sempre necessária. (Os filósofos, até o momento, limitaram-se a interpretar o mundo. Trata-se de transformá-lo! (Marx)). Porém, dizia o velho Marx, “Os homens fazem a sua própria história, mas não a fazem como querem; não a fazem sob circunstâncias de sua escolha e sim sob aquelas com que se defrontam diretamente, legadas e transmitidas pelo passado”. 
Pensem sobre isso, quem sabe o piano fique menos pesado e, daí, saia alguma canção."



...cansada desse mundo imbecil e suas pessoas hipócritas. 

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

domingo, 3 de fevereiro de 2013

Intro...



Porque que o tema é importante? Ai, é uma longa história, que nem sei se eu mesma me apropriei de forma completa... Mas, vamos lá, tentar explicar...

Uhn......... O capitalismo abriu um campo de manobra ao homem singular sem precedentes na história. Porque? Porque "liberta" o homem dos grilhões das classes sociais. Uai, como assim??? Assim: antes um homem que nascia nobre, morria nobre, um plebeu nascia e morria plebeu. A existência, as possibilidades dos indivíduos estavam fixadas pela sua condição de classe dada no momento de seu nascimento, não importa o que ele fizesse depois. Na sociedade capitalista, como as relações de produção são firmadas por um "livre" contrato de compra e venda da força de trabalho - o trabalhador é "livre" para vender sua força de trabalho a quem ele quiser - a posição dos homens na sociedade passa a ser fortuita, casual e não determinada previamente pelas suas origens de classe, gerando uma liberdade que antes o indivíduo não tinha, liberdade essa, obviamente, que se reduz à aparência. Desse modo, um capitalista empobrecido deixa de ser um capitalista, e um trabalhador pode, supostamente, ascender à capitalista, o que faz com que o lócus dos estudos da existência humana se volte para o indivíduo. A partir daí a individualidade surge como objeto de investigação filosófica e científica das mais diversas matizes, em sua maioria sobrevalorizando a individualidade, de modo a fazê-la quase independente da totalidade social. 

Tá, até aí tudo bem. Agora, porque Lukács é importante? Essa é a parte mais difícil, pois remete à teorias e tendências que eu conheço apenas por alto. Vejamos...

Lukács, ao resgatar as ideias marxianas, vem no sentido de combater todo o mecanicismo e idealismo que permearam as teorias acerca da individualidade no século XX. Faz a crítica ao mecanicismo, instaurado por stalin, pois este reduz toda a dinâmica social a um "determinismo unívoco" da economia na qual o indivíduo aparece como mero produto mecânico da sociedade, e ao idealismo a partir do momento em que este não parte do ser real e efetivo, mas cria conceitos abstratos e a-históricos enquanto base para o estudo do homem.

Ok, e Lukács faz como?

Vixe... Lukács é foda. Ele consegue destacar em Marx uma ontologia.... Tem como ponto de partida a objetividade e investiga o ser social enquanto ser processual e histórico.



sábado, 2 de fevereiro de 2013

Nos embalos de sábado a noite...


O que fazer com essa maledeta enxaqueca?? Suas visitas desagradáveis vem a cada sete dias, eu já não suporto! E nada resolve. Remédios? Cefaliv, anador, dipirona, neosaldina.. nada, nada funciona. Só um: Naramig. Forte demais, ele me apaga. E acordo com a mente "vazia". Numa lezera, isso quando não cai a pressão. Ah, logo hoje! Estava animada pra ir no aniversário da Elis. Gosto dela. Tava afim de socializar um pouco. Mas, enfim, já que não vou, irei "aproveitar" pra tentar escrever alguma coisa útil pra monografia...

Eu não sei o que escrever na introdução, mas sei que tem que ter:
1-breve apresentação do tema da pesquisa
2-Porque o tema é importante
3-Porque escolhi Lukács, quais as contribuições dele ao tema
4-Breve exposição dos capítulos

.
.

Bem a pesquisa trata de..

de...
.
.

ela aborda a..

é...
.
.

Éé.... uhnnnn.............


Então.... do que fala mesmo minha pesquisa....
.
.

..... uffff....eu não sei do que fala a minha pesquisa??????!!!!!!!!!!!!!!    =S

Oloco, eu vou dormir, deve ser o remédio.






Achados


Olha, achei essa do fundo do baú:

Será possivel existir gente tão sem noção, tão estúpida?? 

E meu pai diz que vou ficar doida de tanto estudar...

Ninguém fica doido de tanto estudar! É mais fácil ficar doido de tanto ser burro!

Sensato Rubens Alves



"As pessoas ajustadas são indispensáveis para fazer as máquinas funcionar.

Mas só as desajustadas pensam outros mundos."

[Rubem Alves]

Momento Insight


Nossa!

Então quer dizer que a sociedade nos oprime, fragmenta nossa personalidade, não permite a realização de nossa essência humana.. o que gera para nós, pessoas particulares, toda sorte de conflitos, problemas e até doenças (depressão, pânico, etc) E DAÍ vem a psicologia, psicanálise etc e tal, e diz que nosso problema é que não conseguimos nos ajustar adequadamente ao meio social... As normas sociais tornam-se a medida pra nossa sanidade... nosso grau de ajustamento a ela é o que nos define como aptas ou não para viver em sociedade.
Ou seja, um problema que tem suas raízes nas bases econômicas da sociedade, sendo o verdadeiro caráter social dos problemas enfrentados pelos indivíduos, são desepejados pura e simplesmente sobre o indivíduo.

Não é a sociedade que está errada e me oprime, mas eu que por algum motivo pessoal, por incapacidade, não me adéquo a ela.

Daí, você é mandando pro psiquiatra, e sabe o que ele faz??? Te soca remédios goela abaixo que te "anestesiam" e te deixam apático quanto as pressões sociais.... Daí você pára de reclamar, não descobre o que está por trás, como causa última de seus problemas, e segue a vida dizendo sim e aceitando como natural tudo o que é dado, e ainda acreditando que o problema é você que não sabe "lidar com os problemas da vida"!

AGORA EU ENTENDI, porque quando eu tinha as crises de pânico o amigo me dizia, PARE AGORA DE TOMAR ESSES REMÉDIOS! PENSE SOBRE SUA VIDA...