(desabafo de uma futura professora)
Uau, que espetáculo nosso estado DEMOCRÁTICO está nos proporcionando nestes dias de greve do professorado da rede estadual! É o espetáculo do ESTADO BURGUÊS lançando mão de suas forças REPRESSIVAS contra trabalhadores que fazem, nada mais nada menos, do que exercer seu DIREITO, ou melhor, DEVER de fazer greve e também se manifestar, considerando o estado lamentável de seus salários, suas condições de trabalho e suas carreiras que se vão pelo ralo a cada política psdebista implantada. Tiveram direito à bala de borracha e gás lacrimogêneo! Uma bela demostração de como é BÁRBARO, DIGNO, RESPEITOSO o tratamento que nosso excelentíssimo governador José Serra dispensa às pessoas que se dedicam à educação da população de nosso Estado. Aliás, não apenas demonstra seu digno tratamento aos trabalhadores, como fundamentalmente o tratamento que ele dedica à EDUCAÇÃO. Esta vem sendo pisoteada, sucateada, esculhambada pelas indigestas políticas neoliberais, camufladas e enfeitadas com cuidado por seus discursos demagógicos diante das eleições. Se quiser ver com seus próprios olhos a SERIEDADE e DEDICAÇÃO com que nosso governador cuida da educação, é muito simples, basta fazer uma visita à qualquer escola da rede estadual. A maioria delas tem precárias instalações, muitos alunos por sala, falta de recursos, professores estressados que não suportam mais a dura labuta diária entre uma escola e outra, alunos indisciplinados, enfim, condições degradantes que impossibilitam que a escola pública realize sua função primordial: ensinar. Ensinar??? Sim, ensinar COMPETÊNCIAS e HABILIDADES necessárias ao mercado de trabalho e sua lógica de flexibilização, por meio de CARTILHAS que DITAM aos professores passo-a-passo COMO ensiná-las. O conhecimento, pergunto-me, onde ele fica?? Fácil: privatizado nas escolas da elite. Enquanto a autonomia dos professores vai se derretendo como algodão doce na praia, a proletarização desses se intensifica também ao passo que suas carreiras são submetidas à provas meritocráticas, num plano de carreira não-linear e individual, que divide a classe am diversas categorias, dificultando organização do professorado como um todo. Como se fosse pouco, nossos professores ainda tem de se enfrentar com a polícia e levar bala de borracha!
Por fim, falar da realidade da educação é difícil pois requer destrinchar um mar de lama que invade não apenas a educação mas a sociedade em seus mais diversos aspectos, sendo a política de Serra e sua corja que são nada menos que a fina flor da nata do suprasumo da essência da merda, uma demonstração pura desta lama.
E VIVA A LUTA DOS PROFESSORES E PROFESSORAS DO ESTADO DE SÃO PAULO!
quarta-feira, 31 de março de 2010
Aqui escondo...
...segredos burbulhantes que emergem do fundo da alma, ou feridas que resistem ao tempo, ou explosivas indignações que não cessam, ou mesmo babaquices inúteis e inventações. É isso que aqui escondo. Aqui também é o lugar que reservo à livre manifestação dos meus demônios particulares... Aqui eles pintam e bordam com a maior liberdade. Ah, liberdade... eles precisam dela também, pois, se os aprisiono dentro de mim, ai, eles me comem viva!
Mas, fiquem tranquilos, eles não mordem os visitantes.
Tão pouco ousam sair daqui...
domingo, 28 de março de 2010
Que dia inútil esse! Dormi até muito tarde e não fiz absolutamente nada o dia inteiro..E não por falta de ter o que fazer, pois tinha sim muitas coisas. Tenho provas essa semana, resumo pra entregar, livro pra terminar de ler, e-mails pra mandar, coisas pra escrever, contas pra fazer, enfim, uma infinidade de coisas... Mas ssabe aquele dia que dá vontade de tirar o cérebro da cabeça e colocá-lo pra descansar num lugar calmo e assim passar o dia sem pensar em nada, num absoluto vazio de pensamento? Ai, hoje o meu dia foi e está sendo assim.
Você lembra lembra
Aquele tempo eu tinha estrelas nos olhos e um jeito de herói
Era mais forte e veloz que qualquer mocinho de cowboy...
(música perfeita pra não pensar em nada rs)
***
Não madarei cinzas de rosas
nem penso em contar nossos segredos
daquele amor, á sua maneira
(eu não sou tão boba assim)
***
Carolina pinta as unhas ruidas de vermelho inves de estudar
fica fazendo poses nua no espelho
parece estranho
mas podia ser o que vc faz quando ninuguém te vê fazendo.
o que você faz quando ninguém te vê fazendo?? ou o que você queria fazer se ninguém pudesse te ver??
Faria tantas coisas.. mas aqui não posso contar porque estão me vendo... hauhauha
***
Nem tudo é como vc quer
nem tudo pode ser perfeito
se o que é errado ficou certo
as coisas são como elas são
(que chato, que música conformista)
***
se me pedisse pra pular de um pradio eu diria sim
qualquer coisa pra vc gostar de mim!
agora pra sempre
foi embora mas eu nunca disse adeus
(pular de um prédio... uhn.. acho que não heim)
***
eu to perdido sem pai nem mãe
bem na porta da sua casa
eu to pedindo a tua mão e um pouquinho do braço
(rsrs acho essa musica engraçada)
***
Você lembra lembra
Aquele tempo eu tinha estrelas nos olhos e um jeito de herói
Era mais forte e veloz que qualquer mocinho de cowboy...
(música perfeita pra não pensar em nada rs)
***
Não madarei cinzas de rosas
nem penso em contar nossos segredos
daquele amor, á sua maneira
(eu não sou tão boba assim)
***
Carolina pinta as unhas ruidas de vermelho inves de estudar
fica fazendo poses nua no espelho
parece estranho
mas podia ser o que vc faz quando ninuguém te vê fazendo.
o que você faz quando ninguém te vê fazendo?? ou o que você queria fazer se ninguém pudesse te ver??
Faria tantas coisas.. mas aqui não posso contar porque estão me vendo... hauhauha
***
Nem tudo é como vc quer
nem tudo pode ser perfeito
se o que é errado ficou certo
as coisas são como elas são
(que chato, que música conformista)
***
se me pedisse pra pular de um pradio eu diria sim
qualquer coisa pra vc gostar de mim!
agora pra sempre
foi embora mas eu nunca disse adeus
(pular de um prédio... uhn.. acho que não heim)
***
eu to perdido sem pai nem mãe
bem na porta da sua casa
eu to pedindo a tua mão e um pouquinho do braço
(rsrs acho essa musica engraçada)
***
sábado, 27 de março de 2010
Metamorfose
Pensando certo dia, lembrava-me de como me vestia aos 14 anos, os namorados que tive, as coisas nas quais acreditava.
Aos 14 um allstar cobrindo as canelas era perfeito. Acreditar que uma salada estranha junto com um apelo aos deuses pagãos poderia me trazer um namorado, também era legal. O tempo foi passando e desisti de acreditar nos deuses e na perfeição de um allstar coturno. Mas encontrei um namorado perfeito, e continuei usando allstar, ainda que não cobrisse mais as canelas. Depois, quando entrei pra facul, entendi por que os deuses não funcionavam. Dessa vez desisti do namorado, ele havia deixado de ser perfeito, no entanto descobri que 'a religião é o ópio do povo' e puxa! esta idéia era (é) perfeita!
Essa pequena passagem me fez entender que, para cada momento, uma coisa diferente era a ideal. Numa hora era perfeita e no momento seguinte deixava de ser. Entendi então que minha idéia mudava fazendo com que novas necessidades, e, consequentemente, novas coisas perfeitas, ideais surgissem, enquanto outras perdiam a validade. E isso acontecia exatamente por eu ser essa coisa mutante, sem parada e com poucas permanências. Poucas, porque, afinal, continuo usando allstar. Rsrs
Logo tudo isso me fez pensar que não poderia ter dado nome mais apropriado ao meu blog! METAMORFOSE. Há 5 anos escrevo aqui e nunca senti sequer vontade, menos ainda necessidade de trocar o nome do blog. Me fez pensar também que, se hoje acredito que algo é o melhor que há, amanhã pode não ser mais... Inclusive, a idéia do fixo não me agrada nem um pouco...
Aos 14 um allstar cobrindo as canelas era perfeito. Acreditar que uma salada estranha junto com um apelo aos deuses pagãos poderia me trazer um namorado, também era legal. O tempo foi passando e desisti de acreditar nos deuses e na perfeição de um allstar coturno. Mas encontrei um namorado perfeito, e continuei usando allstar, ainda que não cobrisse mais as canelas. Depois, quando entrei pra facul, entendi por que os deuses não funcionavam. Dessa vez desisti do namorado, ele havia deixado de ser perfeito, no entanto descobri que 'a religião é o ópio do povo' e puxa! esta idéia era (é) perfeita!
Essa pequena passagem me fez entender que, para cada momento, uma coisa diferente era a ideal. Numa hora era perfeita e no momento seguinte deixava de ser. Entendi então que minha idéia mudava fazendo com que novas necessidades, e, consequentemente, novas coisas perfeitas, ideais surgissem, enquanto outras perdiam a validade. E isso acontecia exatamente por eu ser essa coisa mutante, sem parada e com poucas permanências. Poucas, porque, afinal, continuo usando allstar. Rsrs
Logo tudo isso me fez pensar que não poderia ter dado nome mais apropriado ao meu blog! METAMORFOSE. Há 5 anos escrevo aqui e nunca senti sequer vontade, menos ainda necessidade de trocar o nome do blog. Me fez pensar também que, se hoje acredito que algo é o melhor que há, amanhã pode não ser mais... Inclusive, a idéia do fixo não me agrada nem um pouco...
Sobre liberdade...
isso naum é putice, estou apenas refletindo.
Tenho acordo com o trecho do livro A Origem da famíllia onde diz que o casamento monogamico não é a forma mais avançada de casamento. Não deve ser mesmo. quem disse que a gente tem que gostar de uma única pessoa por toda a vida?? Ou de uma pessoa de cada vez?? Isso não é natural do ser humano, é algo inventado e forçado por motivos, por incrível que pareça, ECONOMICOS. Por isso essa sociedade é tão maluca, as pessoas são obrigadas ou a reprimir seus desejos e sentimentos ou burlar esta ordem, geralmente tomando pra si uma carga pesada de culpa e reprovação. Por causa do casamento monogamico também é que existe o ciúmes. Este sentimentozinho destruidor e esmagador de liberdades não existia em epoca anterior à monogamia.
Este mundo de liberdades minúsculas me sufoca, me aterroziza, e o ávido desejo por uma liberdade que seja de fato liberdade em todos os sentidos da vida é o que não me permite desacretitar que um outro mundo, diferente deste, é possível...
Tenho acordo com o trecho do livro A Origem da famíllia onde diz que o casamento monogamico não é a forma mais avançada de casamento. Não deve ser mesmo. quem disse que a gente tem que gostar de uma única pessoa por toda a vida?? Ou de uma pessoa de cada vez?? Isso não é natural do ser humano, é algo inventado e forçado por motivos, por incrível que pareça, ECONOMICOS. Por isso essa sociedade é tão maluca, as pessoas são obrigadas ou a reprimir seus desejos e sentimentos ou burlar esta ordem, geralmente tomando pra si uma carga pesada de culpa e reprovação. Por causa do casamento monogamico também é que existe o ciúmes. Este sentimentozinho destruidor e esmagador de liberdades não existia em epoca anterior à monogamia.
Este mundo de liberdades minúsculas me sufoca, me aterroziza, e o ávido desejo por uma liberdade que seja de fato liberdade em todos os sentidos da vida é o que não me permite desacretitar que um outro mundo, diferente deste, é possível...
despensamentos
Eu queria falar sobre a greve dos professores do estado, sobre a novela que a mídia tá fazendo do 'caso Isabella', sobre ideias para o C.A. de Pedago, sobre os textos ridículos da aula de supervisão, enfim, pensei em escrever sobre várias coisas. Mas uma certa indisposição, mais conhecida como preguiça, não me permite, neste momento, escrever sobre nada. Não exatamente nada, mas coisas que exijam esforço mental e reflexão. Mas já que estou na frente do pc mesmo, inaugurando minha nova cadeira ultra fashion, e sem nada pra fazer mesmo (uhn?), vou escrever aqueles posts de pensamentos soltos e desconexos e sem nexo, tá?
***
Devo suportar duas ou três largatas se quiser conhecer as borboletas. Saint Exupery.
Mega clichê, sim eu sei. Foda-se, pode fazer sentido.
É como a pipoca. O milho só vira pipoca depois de passar pelo fogo.
Moral da história: a dor nos torna melhores. Melhores ou então com um coração de pedregulho. Neste caso, eu prefiro ser pipoca!
***
Eu tiro onda pra onda não me tirar.
Algumas coisas da vida deve-se mesmo é tirar onda. Se chorar e brigar e se debater no chão não resolve, fazer piada é o melhor remédio.
O humorismo alivia-nos das vicissitudes da vida, ativando o nosso senso de proporção e revelando-nos que a seriedade exagerada tende ao absurdo. Charlie Chaplin.
Eu tiro onda pra onda não me afogar.
***
As loucuras da minha prof querida já estão me irritando profundamente. Na prova de práxi e identidade docente ela coloca uma pergunta: como formar o aluno leitor. Noutra, de supervisão, ela pergunta sobre o livro a revolução dos bichos (detalhe: sem pedir nenhuma relação com a supervisão). Estudando pra prova encontrei num texto indicado por ela uma citação do papa!!!!
Essa professora está sendo uma ofensa à nossa inteligência.
***
Ando falando sozinha, é verdade.
E nem me envergonho em admitir. Mas desconfio de que isso é falta de alguém com quem compartilhar meus pensamentos. ´Sinto-me muito necessitada de um parteiro para as minhas idéias. Elas são tantas, as vezes, que não cabem dentro da minha cabeça. Tá aí, quem quiser um emprego, fica a proposta. Mas não vou pagar em dinheiro ou doces.
(com sexo tbm não, só pra constar hahahaha)
***
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Devo suportar duas ou três largatas se quiser conhecer as borboletas. Saint Exupery.
Mega clichê, sim eu sei. Foda-se, pode fazer sentido.
É como a pipoca. O milho só vira pipoca depois de passar pelo fogo.
Moral da história: a dor nos torna melhores. Melhores ou então com um coração de pedregulho. Neste caso, eu prefiro ser pipoca!
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Eu tiro onda pra onda não me tirar.
Algumas coisas da vida deve-se mesmo é tirar onda. Se chorar e brigar e se debater no chão não resolve, fazer piada é o melhor remédio.
O humorismo alivia-nos das vicissitudes da vida, ativando o nosso senso de proporção e revelando-nos que a seriedade exagerada tende ao absurdo. Charlie Chaplin.
Eu tiro onda pra onda não me afogar.
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As loucuras da minha prof querida já estão me irritando profundamente. Na prova de práxi e identidade docente ela coloca uma pergunta: como formar o aluno leitor. Noutra, de supervisão, ela pergunta sobre o livro a revolução dos bichos (detalhe: sem pedir nenhuma relação com a supervisão). Estudando pra prova encontrei num texto indicado por ela uma citação do papa!!!!
Essa professora está sendo uma ofensa à nossa inteligência.
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Ando falando sozinha, é verdade.
E nem me envergonho em admitir. Mas desconfio de que isso é falta de alguém com quem compartilhar meus pensamentos. ´Sinto-me muito necessitada de um parteiro para as minhas idéias. Elas são tantas, as vezes, que não cabem dentro da minha cabeça. Tá aí, quem quiser um emprego, fica a proposta. Mas não vou pagar em dinheiro ou doces.
(com sexo tbm não, só pra constar hahahaha)
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quarta-feira, 24 de março de 2010
Na aula..
_A professora explicando a matéria e vocês olhando pra ela com cara de "ahhhh, não-me-diga.."
A origem da família
No estado selvagem e na fase inferior da barbárie a família era matriarcal e o casamento grupal.
Matriarcal, pois, se o casamento era grupal, não havia como distinguir a paternidade. Uma mesma geração de irmãos e primos se casavam e os filhos destes eram considerados filhos de todos, do grupo.
(mai o meno isso..)
legal né?? Rsrsr
Com a acumulação de riquezas, a partir da criação de animais, o casamento passa a ser monogâmico e a família patriarcal para que os filhos pudessem herdar a riqueza do pai.
...os gregos proclamavam abertamente que os únicos objetivos da monogamia eram o domínio do homem na família e a procriação de filhos que só pudessem ser seus e que estavam destinados a herdar suas riquezas. De resto, o casamento era para eles um peso, um dever para com os deuses, para com o Estado e para com os seus antepassados, dever que estavam obrigados a cumprir.
Engana-se quem pensa que o casamento como o conhecemos hoje surgiu do amor entre duas pessoas, haha.
A monogamia, portanto, não entra de modo algum na história como uma reconciliação entre o homem e a mulher e, menos ainda, como forma mais elevada de casamento. Pelo contrário, surge sob a forma de subjulgação de um sexo pelo outro.
Sendo assim, a primeira opressão de classe surgiu com a monogamia, a opressão do sexo feminino pelo masculino. Com ela é inalgurado o período que vivemos até os dias de hoje, onde cada progresso é também um relativo retrocesso "no qual o bem-estar e o desenvolvimento de uns se realizam às custas da dor e da repressão de outros".
***
A origem da família, da propriedade privada e do Estado - Engels
Noooosssaaaa, muito bom esse livro!!! Devia te-lo lido há muito tempo!!! (aliás, não li não foi por falta de recomendações nem vontade)
Pense quanta coisa não dá pra entender (e explicar) apenas com esses trechos!
Ah, e me fez pensar... muito...
Matriarcal, pois, se o casamento era grupal, não havia como distinguir a paternidade. Uma mesma geração de irmãos e primos se casavam e os filhos destes eram considerados filhos de todos, do grupo.
(mai o meno isso..)
legal né?? Rsrsr
Com a acumulação de riquezas, a partir da criação de animais, o casamento passa a ser monogâmico e a família patriarcal para que os filhos pudessem herdar a riqueza do pai.
...os gregos proclamavam abertamente que os únicos objetivos da monogamia eram o domínio do homem na família e a procriação de filhos que só pudessem ser seus e que estavam destinados a herdar suas riquezas. De resto, o casamento era para eles um peso, um dever para com os deuses, para com o Estado e para com os seus antepassados, dever que estavam obrigados a cumprir.
Engana-se quem pensa que o casamento como o conhecemos hoje surgiu do amor entre duas pessoas, haha.
A monogamia, portanto, não entra de modo algum na história como uma reconciliação entre o homem e a mulher e, menos ainda, como forma mais elevada de casamento. Pelo contrário, surge sob a forma de subjulgação de um sexo pelo outro.
Sendo assim, a primeira opressão de classe surgiu com a monogamia, a opressão do sexo feminino pelo masculino. Com ela é inalgurado o período que vivemos até os dias de hoje, onde cada progresso é também um relativo retrocesso "no qual o bem-estar e o desenvolvimento de uns se realizam às custas da dor e da repressão de outros".
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A origem da família, da propriedade privada e do Estado - Engels
Noooosssaaaa, muito bom esse livro!!! Devia te-lo lido há muito tempo!!! (aliás, não li não foi por falta de recomendações nem vontade)
Pense quanta coisa não dá pra entender (e explicar) apenas com esses trechos!
Ah, e me fez pensar... muito...
Praxi e identidade docente
-O professor: se tem mais autonomia é menos proletário, se tem menos autonomia é mais proletário.
Ahn??? Mais ou menos proletário??
...
Profissão professor: a individualidade favorece a autonomia.
...
Devemos ser cidadãos atuantes na sociedade democrática... pegar um papel do chão já é uma ato político! ... ir votar nas leis que estão sendo criadas!
(Ai, céus, não me faça vomitar...)
...e a aula é interrompida para um informe: entra um estudande da pedagogia:
_Pessoal, amanhã terá uma reunião para a criação de uma comissão pró-C.A. da pedagogia.
ele sai.
Sem dizer uma palavra sobre o informe, como se nada tivesse haver com o intento da aula: participação política, ela continua seu discurso seboso sobre democracia...
É O FIM!!!!!
Ahn??? Mais ou menos proletário??
...
Profissão professor: a individualidade favorece a autonomia.
...
Devemos ser cidadãos atuantes na sociedade democrática... pegar um papel do chão já é uma ato político! ... ir votar nas leis que estão sendo criadas!
(Ai, céus, não me faça vomitar...)
...e a aula é interrompida para um informe: entra um estudande da pedagogia:
_Pessoal, amanhã terá uma reunião para a criação de uma comissão pró-C.A. da pedagogia.
ele sai.
Sem dizer uma palavra sobre o informe, como se nada tivesse haver com o intento da aula: participação política, ela continua seu discurso seboso sobre democracia...
É O FIM!!!!!
domingo, 21 de março de 2010
Disse certa vez a prof. Walquíria:
Quando se sentir perdida, achando que algo não tem solução, pare e escreva as coisas como elas realmente são. Pois, muitas vezes, nossa mente cria, aumenta, dramatiza, foge da realidade. Escrever é uma forma de por os pés no chão novamente e enxergar as coisas com clareza, além de servir também como exercício de reflexão.
Não é qualquer conselho que é aconselhável ouvir...rs. Mas vindo de quem vem, é preciso dar um crédito..
Quando se sentir perdida, achando que algo não tem solução, pare e escreva as coisas como elas realmente são. Pois, muitas vezes, nossa mente cria, aumenta, dramatiza, foge da realidade. Escrever é uma forma de por os pés no chão novamente e enxergar as coisas com clareza, além de servir também como exercício de reflexão.
Não é qualquer conselho que é aconselhável ouvir...rs. Mas vindo de quem vem, é preciso dar um crédito..
sábado, 20 de março de 2010
Teologia
O catecismo me ensinou, na infância, a fazer o bem por interesse e a não fazer o mal por medo. Deus me oferecia castigos e recompensas, me ameaçava com o inferno e me prometia o céu; e eu temia e acreditava.
Passaram-se os anos. Eu já não temo nem creio. E em todo caso - penso -, se mereço ser assado cozido no caldeirão do inferno, condenado ao fogo lento e eterno, que assim seja. Assim me salvarei do purgatório, que está cheio de horríveis turistas de classe média; e no final das contas, se fará justiça.
Sinceramente: merecer, mereço. Nunca matei ninguém, é verdade, mas por falta de coragem ou de tempo, e não por falta de querer. Não vou à missa aos domingos nem nos dias de guarda. Cobicei quase todas as mulheres de meus próximos, exceto as feias, e assim violei, pelo menos em intensão, a propriedade privada que Deus pessoalmente sacramentou nas tábuas de Moisés: Não cobiçarás a mulher de teu próximo nem seu tesouro, nem seu asno... E como se fosse pouco, com premeditação e deslealdade, cometi o ato do amor sem o nobre propósito de reproduzir a mão-de-obra. Sei muito bem que o pecado carnal não é bem visto no céu; mas desconfio que Deus condena o que ignora.
Eduardo Galeano
O Medo
Certa manhã, ganhamos de presente um coelhinho das Índias.
Chegou em casa numa gaiola. Ao meio-dia, abri a porta da gaiola.
Voltei para casa ao anoitecer e o encontrei tal e qual o havia deixado: gaiola adentro, grudado nas barras, tremendo por causa do susto da liberdade.
Eduardo Galeano
Minha vida está prestes a dar uma (outra) cambalhota. O fim da facul, a possível mudança de trabalho, vão fazer minhas rotinas, pessoas, lugares, preocupações, alegrias, tudo mudar. E não era o que eu tanto desejava?? Passar no concurso, terminar a facul??
Sim...Estou comemorando minha liberdade, mas lá no fundo bate um friozinho mui gelado, sussurrando pensamentos como.. e agora? O que eu vou fazer??
Parece burro e idiota, mas a idéia de que estou prestes a terminar a facul e que então estarei livre pra fazer o que bem entendo (e o que bem entendo??) é um tanto assustador... Sim, as aulas estão chatas, os profs dizem besteiras, estou cansada de tanta coisa inútil, mas por incrível que pareça, dá um certo conforto saber que tenho para onde ir, encontrar pessoas que gosto e que tenho afinidade e que, apesar de não ser mil maravilhas, a facul não permite que minha vida se resuma em trabalho e nada mais. E depois, quando acabar?? Para onde vou?? Quando terei estes momentos para ver minhas amigas, bater papo, e, também, por onde terei acesso a coisas novas? Pois mal ou bem, alguma coisa nova a gente sempre aprende, mesmo que for discordando daquilo que nos é ensinado...
E quanto ao trabalho, mudar o lugar onde eu passo a maior parte do meu tempo, as pessoas com quem mais convivo, puxa, muita mudança! (de certo que o resultado final do concurso ainda não saiu, mas estou confiante e, com sorte, sei que tudo vai dar certo)
Enfim, a única coisa que vai permanecer (e por sorte o tenho!) é o Pão e Rosas. É o que vai fazer minha vida não voltar a estaca zero, por ele poderei dar continuidade a minha vida (puxa, que sensação estranha essa!). E será o momento de me dedicar mais ainda ao grupo.
Vai, coelho! não seja burro, saia já dessa gaiola!!! rsrsrs
Chegou em casa numa gaiola. Ao meio-dia, abri a porta da gaiola.
Voltei para casa ao anoitecer e o encontrei tal e qual o havia deixado: gaiola adentro, grudado nas barras, tremendo por causa do susto da liberdade.
Eduardo Galeano
Minha vida está prestes a dar uma (outra) cambalhota. O fim da facul, a possível mudança de trabalho, vão fazer minhas rotinas, pessoas, lugares, preocupações, alegrias, tudo mudar. E não era o que eu tanto desejava?? Passar no concurso, terminar a facul??
Sim...Estou comemorando minha liberdade, mas lá no fundo bate um friozinho mui gelado, sussurrando pensamentos como.. e agora? O que eu vou fazer??
Parece burro e idiota, mas a idéia de que estou prestes a terminar a facul e que então estarei livre pra fazer o que bem entendo (e o que bem entendo??) é um tanto assustador... Sim, as aulas estão chatas, os profs dizem besteiras, estou cansada de tanta coisa inútil, mas por incrível que pareça, dá um certo conforto saber que tenho para onde ir, encontrar pessoas que gosto e que tenho afinidade e que, apesar de não ser mil maravilhas, a facul não permite que minha vida se resuma em trabalho e nada mais. E depois, quando acabar?? Para onde vou?? Quando terei estes momentos para ver minhas amigas, bater papo, e, também, por onde terei acesso a coisas novas? Pois mal ou bem, alguma coisa nova a gente sempre aprende, mesmo que for discordando daquilo que nos é ensinado...
E quanto ao trabalho, mudar o lugar onde eu passo a maior parte do meu tempo, as pessoas com quem mais convivo, puxa, muita mudança! (de certo que o resultado final do concurso ainda não saiu, mas estou confiante e, com sorte, sei que tudo vai dar certo)
Enfim, a única coisa que vai permanecer (e por sorte o tenho!) é o Pão e Rosas. É o que vai fazer minha vida não voltar a estaca zero, por ele poderei dar continuidade a minha vida (puxa, que sensação estranha essa!). E será o momento de me dedicar mais ainda ao grupo.
Vai, coelho! não seja burro, saia já dessa gaiola!!! rsrsrs
sexta-feira, 19 de março de 2010
Preciso fazer alguma coisa. Sei que preciso. Mas o quê?? Sinto minha vontade de vida ir pelo ralo. E tudo por que? Tudo por causa de um coração teimoso, burro pra caralho, que não aprende, que chora e sangra por alguém que não está. Nesta hora, toda a minha racionalidade não me serve de nada. Aquele auto-controle controla o que está por fora enquanto o que está por dentro grita num vazio de desespero. E isto me sufoca, me envenena. Não pode ser normal.
Preciso realmente fazer alguma coisa, estou muito nova pra enlouquecer, entrar em paranóia...
Preciso realmente fazer alguma coisa, estou muito nova pra enlouquecer, entrar em paranóia...
quinta-feira, 18 de março de 2010
História e cultura africana
O professor de História e cultura Africana até que vinha bem com as suas aulas, até estrangulá-las com um filmezinho pseudo-educativo que eu, particularmente, achei u-ó. Neste, os negros eram os brancos e os brancos eram os negros, tenderam? Ex. os pobres da favela eram os brancos de olhos azuis e os negros eram os dominadores da classe alta. A história gira em torno de uma garota branca (discriminada) da favela, que queria ser "miss caipirinha" numa escola de classe média onde tinha conseguido uma bolsa de estudos e onde só haviam negros. As pessoas da mídia eram negras, os famosos, a moda, enfim. Essa garota sofre de discriminação discarada por parte dos alunos e professores e só consegue concorrer a miss caipirinha com a ajuda da família de sua amiga negra. Moral de história: coloca-se o branco no lugar do negro a fim de que o branco tenha PENA do negro e se sensibilize quanto à questão do preconceito racial e da discriminação. Tanto que o nome do filme é "Vista a minha pele". Ou seja, uma merda de filme. Na minha opínião, ao tratar a questão do precoceito pautando-se na ideia de pena e dó, só se está afirmando, mesmo que não explícitamente, a ideia de que o negro é inferior ao branco. Outra questão é o preconceito na escola. Tratando-se de Brasil, até onde eu sei, este preconceito não é absurdamente descarado como no filme, ao contrário, é um preconceito pior ainda, pois é velado, sendo assim, mais difícil de lutar contra ele. Além do que, colocando a questão racial nesta perspectiva, você apaga todo um processo histórico que forjou a presente situação de racismo e preconceito. minha opinião. Mas o filme revoltou...
Pensamentos..
E mais uma vez me pego refazendo o projeto do CEI. Sei que sou péssima pra dar títulos, mas este caberia como uma luva: Projeto "Deixa como tá pra vê como é que fica".
Eu quero um terço do salário da coordenadora...
***
Olha só, se eu não conseguir entrar no concurso por causa de diploma eu juro que vou estourar aquela budega de faculdade. E por falar nisso, ouvi dizer que ela vai ser vendida para uns capitalistas gordos que investem em fazenda, açougue e faculdade. Vão nos tratar como gado, pagar os profs com ração e fazer picadinho do ensino. E viva o capital!
***
Eu quero um terço do salário da coordenadora...
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Olha só, se eu não conseguir entrar no concurso por causa de diploma eu juro que vou estourar aquela budega de faculdade. E por falar nisso, ouvi dizer que ela vai ser vendida para uns capitalistas gordos que investem em fazenda, açougue e faculdade. Vão nos tratar como gado, pagar os profs com ração e fazer picadinho do ensino. E viva o capital!
***
domingo, 14 de março de 2010
A tristeza é bela?
Estou começando a discordar desta frase 'também há beleza na tristeza humana'. Pois eu a arranjaria de outra forma, mais sincera: 'também há beleza na tristeza humana alheia'. Sim, porque quando a tristeza está alojada em nosso peito, nada ela tem de belo, é amarga e feia. Por acaso já viu alguém achar bonito o próprio sofrimento??
sábado, 13 de março de 2010
Aaaahhhhhhhhhhh
Vontade de chorar, nem acredito que isso acabou! Depois da labuta do Tcc, 4 meses de curso e estudo para o concurso, sem finais de semana, a vontade é sair gritando, poder dizer HOJE eu não vou fazer NADAAA! Acordar as 10h, enrolar na cama, ficar na varanda vendo o movimento da rua, tomar sol, dormir no sofá a tarde inteira, aaaaiiiii que delícia!! O ócio, o que mais pode fazer um ser humano tão feliz??? Rsrsrsrs Ah, sim, há uma coisa: ser recompensado pelo seu esforço e dedicação!
Hoje mereço uma festa!
Hoje mereço uma festa!
Feliz
Enfim arranquei a serpente que há tanto apertava meu coração, pronta a dar o bote. Não há sensação melhor do que a do ar fresco penetrando os pulmões, invadindo meu corpo, que agora transborda de alívio!
Pertencer a mim novamente, que alegria!
E, de presente, não haveria de ser mais sensível, O Livro dos Abraços! Me deliciar com as palavras, delicadas, afiadas, como a vida! de Eduardo Galeano, sem culpas ou peso na consciência!!!
"Um homem dos vinhedos falou, em agonia, junto ao ouvido de Marcela. Antes de morrer, revelou a ela o segredo:
-A uva - sussurrou - é feita de vinho.
Marcela Pérez-Silva me contou isso, e eu pensei: se a uva é feita de vinho, talvez a gente seja as palavras que contam o que a gente é."
Agora vou viver e respirar outra vez!
Pertencer a mim novamente, que alegria!
E, de presente, não haveria de ser mais sensível, O Livro dos Abraços! Me deliciar com as palavras, delicadas, afiadas, como a vida! de Eduardo Galeano, sem culpas ou peso na consciência!!!
"Um homem dos vinhedos falou, em agonia, junto ao ouvido de Marcela. Antes de morrer, revelou a ela o segredo:
-A uva - sussurrou - é feita de vinho.
Marcela Pérez-Silva me contou isso, e eu pensei: se a uva é feita de vinho, talvez a gente seja as palavras que contam o que a gente é."
Agora vou viver e respirar outra vez!
segunda-feira, 8 de março de 2010
Dia Internacional da Mulher
Pão e Rosas
Mara Onija
Nosso canto é o espanto
Dos que nos julgaram mortas
Pão e Rosas Pão e Rosas
Eu sou confronto do pranto
A agonia que estoura
Pão e Rosas Pão e Rosas
Eu vou rimando e marchando
Chega de dor, quero glórias
Pão e Rosas Pão e Rosas
O medo aqui já foi tanto
Mas será nossa a vitória
Pão e Rosas Pão e Rosas
Já não mais peço, exijo
Hoje eu renego seus livros
Com seus heróis e princesas
Suas ditadoras belezas
Fraqueza aqui não é virtude
Seu discurso não me ilude
Suas condolezas não falam por mim e nem por nós
Sou Zeferina, Luiza Mahin, não calam nossa voz
Mulher que busca na luta emancipação
Me fez de escrava, mucama
Me fiz guerreira que inflama
Que se rebela e que chama
Não silencia, não cansa, avança
Me fez de ama de leite
Meu estupro foi seu deleite
Hoje me diz foi fraterno
Sua teoria farsante não quero
Sou reverso da submissão, não parei
Já nos tumbeiros fiz insurreição, confrontei
Incendiei seu engenho, fiz revolta dos malês
Eu te matei com veneno, levantes organizei
Cadê meus filhos jogados, largados na roda dos expostos
Cadê meu seio arrancado, cadê meus irmãos mortos
Sangue nos dedos cortados, marcados
Sem freios assim trabalho dobrado, acelerado
Suor no corpo, no rosto
Quarenta graus de sufoco
Correu a lágrima, sequei
A dor ainda não matei
Eu sou aquelas operárias que você matou
As lutadoras em greve que você incendiou
Sou as mulheres na Rússia no seu sangrento domingo
Eu sou a mãe que ergue a bandeira vendo preso o seu filho
Sou palestina em Gaza combatendo sionista
Sou mexicana em Oaxaca enfrentando a polícia
Sou Rosa Parks sentada no banco que é do branco
Que não levanta, não cede, causando tanto espanto
Sou a menina na noite explorada por turista
Sou haitiana estuprada por um prato de comida
Nas plantações de algodão eu sou o canto do blues
Voz que ecoa e levanta os escravizados no sul
Se vocês homens não vão, nós mulheres iremos
Contra os ingleses em Gana Asantewaa combatendo
Não sou lamento fracassou seu intento de me apagar
Ainda me agüento mesmo no relento eu vou desafiar
Rasgando os véus e suas regras que nossas vidas destroçam
Já não aceito seus preceitos, sou também Pão e Rosas
domingo, 7 de março de 2010
FINALMENTE, LIVREEEEE
Hehehe como disse a Mara, temos que comemorar a emancipação da Camila!!
Eu quero iii beberrrrrr!!!!!!
(naãaaaaaoooooo, Adriana, nada de Ronaldo!! Vamos nóoooss!!)
Quero meus livros, meus filmes, minhas músicas, minhas amigas, tudo de volta!!!
E quero agora!!!
A prova?? Uhnn... o que tiver que ser será!
LIVREEEEEEEE
Eu quero iii beberrrrrr!!!!!!
(naãaaaaaoooooo, Adriana, nada de Ronaldo!! Vamos nóoooss!!)
Quero meus livros, meus filmes, minhas músicas, minhas amigas, tudo de volta!!!
E quero agora!!!
A prova?? Uhnn... o que tiver que ser será!
LIVREEEEEEEE
e vai passando....
Sozinha em casa, adivinha quem me encontra? Sim, ela, a nostalgia.
Pego minhas agendas passadas, meu primeiro blog, meus primeiros escritos... Uaw, quanta coisa já se passou. Quanto eu já vivi! Quantas pessoas amadas, deixadas pelo caminho...
Parece até que vivi várias vidas. Vários amores, decepções, perdas, ganhos, momentos que ficam. Algumas lembranças (sempre elas!) fazem doer, outras rir. No final só sobra você. Você e mais ninguém. Todos estão de passagem, são raros os que realmente se tornam companheiros de jornada. Ah, as amizades! Sempre dei maior valor a elas. Mas também sei que já magoei (e como isso me dói!), já fiz sofrer, assim como também fui magoada e sofri. E tudo passa... o que fica é a forte sensação de ter deixado um pouco de si e ficado com um pouco de cada um que um dia fez parte de sua vida, de suas alegrias e, alguns, de suas dores. Se o coração fosse um quebra-cabeças o meu jamais seria completo, pois sei que peças importantes ficaram pelo caminho, irrecuperáveis. O que me alegra é saber que muitas peças ainda se encaixarão, enquanto eu viver.
Pego minhas agendas passadas, meu primeiro blog, meus primeiros escritos... Uaw, quanta coisa já se passou. Quanto eu já vivi! Quantas pessoas amadas, deixadas pelo caminho...
Parece até que vivi várias vidas. Vários amores, decepções, perdas, ganhos, momentos que ficam. Algumas lembranças (sempre elas!) fazem doer, outras rir. No final só sobra você. Você e mais ninguém. Todos estão de passagem, são raros os que realmente se tornam companheiros de jornada. Ah, as amizades! Sempre dei maior valor a elas. Mas também sei que já magoei (e como isso me dói!), já fiz sofrer, assim como também fui magoada e sofri. E tudo passa... o que fica é a forte sensação de ter deixado um pouco de si e ficado com um pouco de cada um que um dia fez parte de sua vida, de suas alegrias e, alguns, de suas dores. Se o coração fosse um quebra-cabeças o meu jamais seria completo, pois sei que peças importantes ficaram pelo caminho, irrecuperáveis. O que me alegra é saber que muitas peças ainda se encaixarão, enquanto eu viver.
sábado, 6 de março de 2010
QUem me explicar ganha um doce
Eu só posso ter parafuso a menos mesmo neh...
Observe...
Antes eu tinha crises. Me envolvi com o tcc e elas sumiram. O tcc terminou e voltei a te-las. Então me envolvi com o concurso e outra vez elas pararam. Agora o concurso está terminando e estou prestes a me libertar, ter novamente meus finais de semana livres, vou poder sair, ler o que quiser... e eis que meu coração volta a ficar apertado !
Quem pode entender essa garota louca??
Observe...
Antes eu tinha crises. Me envolvi com o tcc e elas sumiram. O tcc terminou e voltei a te-las. Então me envolvi com o concurso e outra vez elas pararam. Agora o concurso está terminando e estou prestes a me libertar, ter novamente meus finais de semana livres, vou poder sair, ler o que quiser... e eis que meu coração volta a ficar apertado !
Quem pode entender essa garota louca??
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