quinta-feira, 20 de outubro de 2016
domingo, 28 de fevereiro de 2016
Receita antiga
Eu realmente ando precisando de um empurrãozinho... Eis o que achei no meu próprio blog há alguns anos atrás e que preciso adaptar para o HOJE:
Cansaço? Que cansaço?? (data: 15/11/2009)
DESÂNIMO? QUE DESÂNIMO??? (atual)
Criei um mecanismo interno que absorve todo o meu cansaço desânimo e o transforma em vontade de concluir a pedagogia iniciar o meu projeto de mestrado e passar no concurso para professor sair da sala de aula.
Sabe porque??
Por que esse é oinício o momento.
Por que euestudo há estudei 3 anos para ser professora (e mais 2 com a pós em ciências sociais) e esta é a chance e agora tudo o que eu faço é enlouquecer limpando bumbum de neném e ouvindo choro o dia inteiro, num ambiente sem estrutura e em péssimas condições de trabalho.
Por que eu não quero serATE TIA para o resto da vida.
Por que,sendo professora fazendo meu mestrado, terei mais tempo para: estudar, militar, ler. outras opções de trabalho
Por que,como professora me sentirei mais útil, o trabalho terá mais sentido, pois tratarei de pessoas, e não de papéis. eu cansei do trabalho braçal, da falta de reconhecimento e dessas políticas hipócritas. Porque gosto do trabalho intelectual e acredito que há mais chances de desenvolvimento pessoal.
Simplesmente....
Por que é minha vida e se eu não fizer este esforço por mim ninguém mais o fará.
Sabe porque??
Por que esse é o
Por que eu
Por que eu não quero ser
Por que,
Por que,
Simplesmente....
Por que é minha vida e se eu não fizer este esforço por mim ninguém mais o fará.
E faço questão de repetir:
Por que é minha vida e se eu não fizer este esforço por mim ninguém mais o fará!
E tenho dito!
Tá faltando blog na minha vida
Porque antes era só ir ao blog e vomitar toda a indignação, o inconformismo, a rebeldia, o espanto, a frustração, que no dia seguinte eu já acordava uma nova pessoa. Agora não, essa rotina que me obriga a digerir coisas tão indigestas... esse cotidiano apressado, essa coisa de ter que dar conta de sua própria sobrevivência... vai pensando... não é nada fácil. Que venha o Metamorfose 4! E que os fortes sobrevivam!
Sobrevivendo a selva chamada "trabalho"
O legal é que o meu fundo do poço sempre tem uma mola.
Nem sei quem a colocou lá, mas desde já agradeço.
Porque quando tudo parece um misto de angústia, dúvida, frustração e desespero, alguma coisa qualquer que não sei o nome me empurra pra cima novamente. E assim, já notei, assim é a vida, entre trancos e barrancos a gente vai vivendo. Minha sensibilidade é um escândalo às vezes. Sofro com dores impublicáveis, não por serem trágicas, mas por beirarem a comédia. A mente, essa danadinha perigosa. Controle-a ou ela te controlará. Pois eu vou avisar, quem manda nessa birosca sou eu! E nada de rivotril pra você. Estudo, meditação e água, pra lavar todo o pessimismo. Um skate e uns beijinhos não vão nada mal também. Tá ruim? Faz como mamãe ensinou pra tomar remédio amargo "tapa o nariz e engole de uma vez". Logo passa. E que minha sanidade sobreviva!
Nem sei quem a colocou lá, mas desde já agradeço.
Porque quando tudo parece um misto de angústia, dúvida, frustração e desespero, alguma coisa qualquer que não sei o nome me empurra pra cima novamente. E assim, já notei, assim é a vida, entre trancos e barrancos a gente vai vivendo. Minha sensibilidade é um escândalo às vezes. Sofro com dores impublicáveis, não por serem trágicas, mas por beirarem a comédia. A mente, essa danadinha perigosa. Controle-a ou ela te controlará. Pois eu vou avisar, quem manda nessa birosca sou eu! E nada de rivotril pra você. Estudo, meditação e água, pra lavar todo o pessimismo. Um skate e uns beijinhos não vão nada mal também. Tá ruim? Faz como mamãe ensinou pra tomar remédio amargo "tapa o nariz e engole de uma vez". Logo passa. E que minha sanidade sobreviva!
quinta-feira, 14 de janeiro de 2016
Libertar e deixar fluir - Ressurgindo das cinzas, cá estou
Faz tanto tempo que não apareço por aqui que fico até desconcertada. Algo que me era tão familiar - a escrita - hoje me parece tão secreta, tímida, distante. É, perdemos a intimidade. Mas creio que nada que um bom texto não refaça os laços, nada de mágoas e ressentimentos, certo querida? Afinal, se te abandonei foi por amor, e quer melhor assunto para prosa??
Abandonei também, por estes tempos, a leitura. Esse ponto é realmente perigoso, não recomendo. Agora até Martha Medeiros anda me parecendo difícil. Pois é, o vocabulário míngua, o raciocínio perde a fluidez, a preguiça toma conta. Você só quer ler crônicas, versos, frases. E nada muito profundo porque dá sono. O que sobra? Livros de auto-ajuda! Conclusão: parar de ler não é um bom negócio, definitivamente.
Deixei também alguns vícios. Redes sociais, drogas e rock'in'roll. Minha nova dieta exclui facebook e nada tem me feito benefício maior! Já vinha irritada com o tamanho do tempo que eu perdia vendo o mais do mesmo, até aquilo virar um verdadeiro palco para um show de horrores com toda sorte de preconceitos, alienação e arrogâncias! Chega, pára, pára! Pára essa birosca que eu quero descer!!! E desci. Ufa
Além disso, fechei a janelinha. É porque nestes tempos de bonança ando compreendendo o pagodinho que diz que "tem gente que não pode, não pode!, ver ninguém feliz que sofre!". Nossa e qual foi minha decepção em descobrir isso! Chato, chato. Mas até que um pagodinho vai bem, às vezes, o que é uma boa descoberta.
No lugar do face coloquei o inglês. Uau, eu que detestava essa matéria na escola - antes tarde do que nunca - estou me descobrindo uma boa aprendiz e aluna aplicada. E autodidata. Sim, disciplina é liberdade, já me disseram. E isso me faz lembrar outra coisa de que dei abandono. As Ciências Sociais.
Porque ser responsável por reproduzir a própria existência nos deixa pragmáticos demais. Para que filosofia se não sei cozinhar? Ou entender a sociedade se mal sei cuidar de umas plantinhas? Ontologia do ser social é legal, mas aprender a fazer a manutenção da vida é essencial. No entanto, o intensivo de um ano foi bom, mas agora já chega também de pragmatismos. Posso voltar aos estudos. Ou não. Quem vai saber?
Por fim, deixei tudo o que me doía. 2015 foi um ano de desfazer os nós. Rever os planos. Reavaliar o que e quem realmente importa. Libertar para deixar fluir. Agora sim, mais leve, livre para novas encrencas. Quem sabe reate com uma antiga amante? Este pode ser o marco de um recomeço.
;-*
Abandonei também, por estes tempos, a leitura. Esse ponto é realmente perigoso, não recomendo. Agora até Martha Medeiros anda me parecendo difícil. Pois é, o vocabulário míngua, o raciocínio perde a fluidez, a preguiça toma conta. Você só quer ler crônicas, versos, frases. E nada muito profundo porque dá sono. O que sobra? Livros de auto-ajuda! Conclusão: parar de ler não é um bom negócio, definitivamente.
Deixei também alguns vícios. Redes sociais, drogas e rock'in'roll. Minha nova dieta exclui facebook e nada tem me feito benefício maior! Já vinha irritada com o tamanho do tempo que eu perdia vendo o mais do mesmo, até aquilo virar um verdadeiro palco para um show de horrores com toda sorte de preconceitos, alienação e arrogâncias! Chega, pára, pára! Pára essa birosca que eu quero descer!!! E desci. Ufa
Além disso, fechei a janelinha. É porque nestes tempos de bonança ando compreendendo o pagodinho que diz que "tem gente que não pode, não pode!, ver ninguém feliz que sofre!". Nossa e qual foi minha decepção em descobrir isso! Chato, chato. Mas até que um pagodinho vai bem, às vezes, o que é uma boa descoberta.
No lugar do face coloquei o inglês. Uau, eu que detestava essa matéria na escola - antes tarde do que nunca - estou me descobrindo uma boa aprendiz e aluna aplicada. E autodidata. Sim, disciplina é liberdade, já me disseram. E isso me faz lembrar outra coisa de que dei abandono. As Ciências Sociais.
Porque ser responsável por reproduzir a própria existência nos deixa pragmáticos demais. Para que filosofia se não sei cozinhar? Ou entender a sociedade se mal sei cuidar de umas plantinhas? Ontologia do ser social é legal, mas aprender a fazer a manutenção da vida é essencial. No entanto, o intensivo de um ano foi bom, mas agora já chega também de pragmatismos. Posso voltar aos estudos. Ou não. Quem vai saber?
Por fim, deixei tudo o que me doía. 2015 foi um ano de desfazer os nós. Rever os planos. Reavaliar o que e quem realmente importa. Libertar para deixar fluir. Agora sim, mais leve, livre para novas encrencas. Quem sabe reate com uma antiga amante? Este pode ser o marco de um recomeço.
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