quinta-feira, 31 de janeiro de 2013
Tentando terminar.. falta pouco
Falta tão pouco, tão pouco, mas tão pouco... que eu travei! Não consigo concluir o último capítulo! Como pode???? Tá na ponta da língua! Será que consigo escrever por aqui? Ah, sei lá, me sinto mais a vontade. Vamos tentar conectar as coisas pra que fiquem claras...
Vejamos... Tem o estranhamento do homem singular com relação ao gênero. Não espera, tem que começar do começo...
O desenvolvimento da produção faz com que o tempo de trabalho socialmente necessário para a reprodução da sociedade seja continuamente reduzido. Assim surge a divisão do trabalho em trabalho material e trabalho intelectual, pois parte da população pode se eximir da produção direta. Daí que juntamente com isso surge a propriedade privada dos produtos do trabalho e as classes sociais. Isso porque a classe que se exime da produção se apropria da produção dos demais para uso próprio, e passa a deter os meios de produção gerando a exploração de uma classe pela outra. Isso impõe o estranhamento nos processos sociais, pois essas relações são naturalizadas e os indivíduos se submetem a ela como se fossem forças estranhas a eles, forças que o subjugam. No entanto, no limite, essas relações de produção são produto dos próprios homens, mas não produtos conscientes e sim frutos da causalidade (processo espontâneo de causa e efeito). Esse modo de reprodução social permite que o gênero se desenvolva a um nível superior, ampliando cada vez mais as possibilidades e capacidades genéricas do homem. No entanto, faz isso as custas do sacrifício dos indivíduos. Esses, perdendo seus meios de trabalho, perdem seus meios de objetivação, enquanto são impedidos de se apropriar dos seus próprios produtos e de todas aquelas objetivações genéricas que são imprescindíveis para o seu desenvolvimento multilateral e pleno. Assim, participam do trabalho coletivo, ou seja, da reprodução social, não de forma voluntária e consciente, mas espontânea. Não vêem no gênero suas próprias forças enquanto coletividade, mas fazem dele um simples meio de existência, meio para sua reprodução enquanto indivíduo particular. Isso cinde os interesses coletivos dos individuais. Então o gênero se desenvolve impondo violência, opressão, crueldade, logro sobre os indivíduos. Daí que a luta de classes passa a ser o motor do desenvolvimento do gênero, a força motriz de sua história, MARX: toda história humana até aqui foi a história da luta de classes. Nesta relação, o indivíduo singular, ao fazer suas decisões alternativas, precisa ter em mente de onde ele veio e para onde pretende ir, ou seja, precisa tomar decisão de acordo com aquilo que imagina e deseja para o seu futuro e de seus semelhantes. Então, ele é obrigado a tomar posição sobre o passado, o presente e o futuro da sociedade em que se reproduz individualmente. Sem essa síntese entre passado, presente e futuro não há nenhuma decisão a nível do homem singular nem do social. Eis que o passado surge como um momento importante da decisão. Porque o homem é um ser histórico-social. O que ele é hoje é produto do seu passado. Portanto, o passado pode figurar enquanto ideologia, ou seja, pode tornar-se instrumento de conscientização e combate dos conflitos nascidos na sociedade de classes. Dependendo do nível de conscientização esse pode remeter à busca pela superação do estranhamento, isto é, pode mirar uma generidade autêntica a partir da qual o singular também possa se realizar. Essa transformação depende da transformação das bases econômicas sobre as quais se assenta a sociedade. A tendência presente no desenvolvimento do gênero à integração cada vez maior das sociedades humanas abre caminho para que a individualidade se torne universal e livre, a medida em que esta unidade fornece as bases objetivas para sua objetivação universal. Portanto, o estranhamento só pode ser superado quando o homem superar a exploração do homem pelo homem e organizar de forma consciente os modos de reprodução da sociedade, isto é, tomar para si suas forças genéricas, enquanto forças suas, portanto, demanda um controle consciente das relações sociais e das forças produtivas. Apenas a partir daí será possível realizar o que está na essência do homem, sua generidade autêntica consiste na relação consciente que os indivíduos mantém com o gênero, fazendo dele órgão de sua individualidade e simultaneamente, torna-se capaz de se distanciar da vida cotidiana onde se reproduz enquanto particular e retorna a ela direcionando-a em função de valores genéricos. Só assim, nesta relação consciente com o prórprio gênero, o homem supera de fato os últimos resquícios de mutismo, tornando-se universal e livre para desenvolver sua personalidade de forma omnilateral, plena, de modo a constituir-se como ser verdadeiramente humano. Esta superação, esta nova realidade social no entanto, apenas se dará como obra coletiva dos indivíduos, gente, nas palavras do Newton Duarte: "que se unam para criar conscientemente formas de vida não-alienadas e lutar por uma sociedade na qual essas formas de vida possam se desenvolver livremente".
ÊEEEEEEEE.... FIM!... EU só não posso terminar a mono com uma citação que não seja do Lukács....
quarta-feira, 30 de janeiro de 2013
Sobre o post Questões
..eu to fazendo confusão, tenho certeza que não é algo tão difícil assim...
Mas acho que vou precisar perguntar aos universitários rs.. olha como a pergunta soa besta: qual a diferença de gênero e espécie?
Se você procurar no google vai encontrar. Mas não adiantou fazer isso, porque isso aparece na biologia, porque são mesmo termos da biologia. Só que quero saber se na filosofia corresponde a mesma coisa... Gênero em Lukács corresponde ao universal, e indivíduo à singular exemplar. Tudo existe enquanto universalidade e singularidade. É uma determinação ontológica de todo ente, seja ele da natureza orgânica, inorgânica ou social A universalidade se expressa nas características comuns dos exemplares singulares e na natureza está no interior desses: um animal quando nasce já tem contidas em seu organismo todas aquelas capacidades do seu gênero que lhe possibilitam viver e se reproduzir. Só que quando surge o ser social ele vem com um novo tipo de universalidade, isto é, de generidade... esta não está dentro do homem, ela agora se exterioriza porque o homem transforma a natureza e produz seus próprios meios de reprodução da vida e assim cria um mundo diferente, um mundo humano, cheio de objetos e relações de que cada novo indivíduo que chega precisa se apropriar pra poder sobreviver. Por exemplo, a gente não chega aqui nesse mundo sabendo a linguagem, sabendo usar os objetos. Tudo isso é construção do gênero, construções sociais ao longo da história, está fora de nós e portanto precisamos nos apossar disso tudo para nos tornar humanos. Já a espécie diz respeito diretamente àquelas características genéticas, biológicas, presentes no interior do organismo de todos os seres humanos. Apesar de biologicamente sermos da espécie homo sapiens sapiens isso só se realiza, só se concretiza, quando nos apropriamos das construções do gênero, portanto, nosso organismo tem potencialidade para se tornar humano (porque somos dessa espécie, todos nós da mesma espécie), mas isso só acontece se a gente entrar em relação com o gênero, ou seja, com o meio social e todas as construções humanas. Por isso leontiev diz que o cérebro (biológico, espécie) não tem aptidões inatas, mas tem aptidões para aptidões, ou seja, o organismo possibilita que aprendemos várias atividades, mas isso só se efetiva se eu entrar em contato com essa atividade,com os objetos que a compõem, ou seja, com o gênero, o social. Até Marx diz que somos animais sociais, e até só podemos nos isolar em sociedade.
Caraca, eu acho que entendi!!! Dãaaa, não falei que era fácil: o gênero que surge com o ser humano é de outro tipo, Lukács fala isso toda hora. Enquanto os gêneros na natureza continuam iguais: se manifestando da mesma forma que a espécie, ou seja, se faz interior...
Outra pergunta...
Céus! Outra: alguém sabe se o estranhamento é que gera a alienação??? Porque é o que me parece... Mas o danado do Lukács não trata de alienação nos prolegômenos.. só de estranhamento... como vou saber... Pois é gentem, estas coisas não tem na Wikipédia... Socorro preciso de ajuda dos universitários!!!!
tan tan tan tannnn.... cadê nessas horas a Super Vânia?! ou o Super Ronaldo?!! pra me ajudarem com essas questões de vida ou morte??
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Quer saber? Eu não sei se pra Lukács é assim, mas no MEU trabalho o estranhamento vai gerar a alienação... =P
Dúvidas, mais dúvidas...
As vezes tenho a impressão de que tenho capacidade de entender coisas complexas enquanto aquelas absolutamente óbvias não me entram na cabeça!
É como em matemática na escola que eu dificilmente decorava fórmulas e os passos que o professor ensinava para resolver determinados problemas; e na prova eu inventava outros meios de fazê-lo e com um professor ranzinza tirava nota baixa por ele não considerar mesmo quando minha resposta estava certa. Até ele se tocar e me pedir para acompanhá-lo na correção das minhas atividades para explicar que diabos eu tinha feito pra encontrar as respostas, sempre por caminhos mais difíceis... eu detestava esse professor. Hoje ele me enche de elogios toda vez que me vê. Vai entender.
Hoje isso está acontecendo. Não entendo a diferença de espécie e gênero. Sei que gênero é um grupo mais amplo que comporta algumas espécies, e espécie denomina aqueles singulares que tem as mesmas característica de funcionamento. Tá, mas o Newton Duarte diz que são coisas diferentes pois a espécie é interior, tem a ver com os genes e é transmitida hereditariamente, enquanto o gênero humano está fora dos singulares que o formam, são as objetivações, uma espécie de "corpo inorgânico do homem". Mas e os outros gêneros da natureza? Eles estão dentro dos singulares assim como a espécie? E se gênero compreende várias espécies, o que dizer do ser humano? Ele não é uma espécie só? Totalidade internamente diversa, não unitária por princípio... Mas as diferenças são sempre sociais, e não biológicas. As capacidades diferentes tem a ver com as atividades desenvolvidas em cada meio social... "as propriedades biologicamente herdadas do homem não determinam as suas aptidões psíquicas. As faculdades do homem não estão virtualmente contidas no cérebro. O que o cérebro encerra virtualmente não são tais ou tais aptidões especificamente humanas, mas apenas a aptidão para a formação dessas aptidões" (Leontiev)
Então, acho que a aptidão para essas aptidões tem a ver com a espécie, já a formação dessas aptidões com o gênero???? Owww alguém aí me ajuda!
terça-feira, 29 de janeiro de 2013
Trip pra FLORIPA
Sensacional!! Nunca tinha viajado em excursão assim, com uma galera que eu não conhecia. Imaginem né, a anti-social aqui ficou meio ressabiada de início, mas foi um pessoal tão bacana que fizeram a viagem ser super divertida, agradável, enfim, uma delícia. O lugar - Praia da Armação - Florianópolis. LINDO DEMAIS. Conhecemos a Ilha do Campeche, praia paradisíaca, águas verdes, cristalinas e absolutamente geladas. Fizemos uma trilha no costão da praia até a praia Lagoinha do Leste. Que visual! Nossa, mara. Conhecemos o Bar do Arante, forrado de bilhetinhos de pessoas do mundo inteiro que passaram por lá. Ficamos num hostel muito bacana, na beira da praia. E claro, tudo regado a muita música! Foi com a gente um músico muito bom, uma figura, sabia tocar e cantar todos os tipos estilos de música. Fora que muuuuuitooo engraçado. ALEGRIA, ALEGRIA pessoal hahahha. Demais. Adorei e já to esperando a próxima.
quarta-feira, 23 de janeiro de 2013
Desabafo sobre o Face
Muito engraçado é que tudo o que eu posto eu sei exatamente as pessoas que vão curtir ou compartilhar. Quando é alguma piadinha besta, que também faz parte, mas é besta e sem reflexão alguma, ganho sempre várias curtidas, 7, 10... Agora quando envolve alguma reflexão, ou principalmente quando é algo comumente considerado "controverso" ou está relacionado a sexualidade feminina principalmente - ou seja, aos nossos tabus sociais e íntimos - são sempre as mesmas pessoas que curtem. Eu não sei se isso me deixa feliz ou triste, porque, apesar de preocupada vendo tanta mulher não dar nenhum valor à discussões de questões sobre gênero, liberdade feminina, sexualidade e tals, as quais exatamente elas deveriam ser as mais interessadas, ainda vejo que existem algumas, pelo menos algumas, que tem coragem?? de refletir e questionar essas questões.
Não sei o que é mais trabalhoso - escrever ou revisar um texto... Ou ainda combinar dois textos revisados... Ou... Affe.
É, falam que ateus quando estão em apuros viram cristãos, então é minha vez: DEUS FAZ O TEMPO RENDER PRA EU TERMINAR ESSA POHA!!!!!
rsrsrsrrs. Deus é o caraleo, madrugadas insones aí vou eu.
terça-feira, 22 de janeiro de 2013
Mundo sem evasão possível!
Nunca a humanidade esteve diante de condições tão objetivas de mudar os rumos de sua história e ao mesmo tempo, em sua imediatidade, nunca esteve tão obscura, cruel e aparentemente sem evasão possível (algo que se compara à Idade Média). Pois é isto. Estamos num beco sem saída. E depende dos indivíduos mais uma vez formularem respostas, novas respostas, para a superação dessa sociedade sem jeito, isto é, da sociedade regida pelo capital. Esta mesmo que promove o desenvolvimento do gênero à um nível superior esmagando no meio do processo os indivíduos humanos como insetos insignificantes.
PERDÃO, AARON SWARTZ
domingo, 20 de janeiro de 2013
A cada vez que pego o Prolegômenos tenho a impressão de que o tema que eu escolhi rende estudo pra vida toda. Assunto inesgotável. Qualquer coisa que eu faça agora vai parecer absolutamente superficial e abstrato, tosco e risível. Ah, que bom! Não sabe como isso me alegra...
Mas, claro, ela quer salvar o mundo numa monografia. Retardada.
Faça o que é possível agora e seja feliz. =D
sexta-feira, 18 de janeiro de 2013
Educadora. Pedagoga. Professora.
Diga-me se há dinheiro que pague? Crianças... criaturinhas incríveis! Desejo este ano recebê-los com mais dedicação, mais estudo, menos espontaneísmo de minha parte. Pense a influência que temos sobre essas cabecinhas! Ajudamos a moldar personalidades. Como é importantes sermos críticos de nós mesmos para afastar da escola todos os tipos de preconceitos, estereótipos, valores controvertidos. Educar para a dignidade humana. É só o que pode dar sentido à esta profissão! O resto é bobagem...
terça-feira, 15 de janeiro de 2013
Ai que confusão!
Em meio à confusão total entre mil coisas que precisam ainda serem ditas no texto eis que tenho um insight. Lembrando o que o amigo falou que para se ter ideia e poder avaliar se o trabalho está ficando bom é preciso ver a integração do todo com as partes... Uhnnnn.... *pensando*
Acho que entendi:
Se falei tanto da relação entre singularidade e universalidade na natureza orgânica e inorgânica a continuação plausível é tratar a questão universal e singular agora no SER SOCIAL, ou seja, o foco não é a formação da individualidade, e sim a DETERMINAÇÃO REFLEXIVA entre singular e universal no novo tipo de gênero justamente devido ao exemplar singular no gênero humano ser ativo, logo, podendo tornar-se INDIVIDUALIDADE. A linha de raciocínio, portanto, é: singular, tendo por intermédio a sociabilidade, se forma como individualidade, esta é determinada socialmente mas ao mesmo tempo possui caráter ativo, não é mero produto mecânico do gênero, e por isso seus movimentos, ou seja, o movimento do conjunto dos homens, é que conduz o desenvolvimento do gênero, ou seja, da sociedade. Ao passo que a história humana é fruto do conjunto dos pores teleológicos dos homens ao longo do tempo.
O homem é um ser genérico. Significa que a sua atividade vital, o trabalho, é sempre social, ou seja, depende da colaboração mútua entre os indivíduos. No trabalho o homem cria objetividades que antes não existiam na natureza e assim vai produzindo seu próprio mundo. Dessa forma,o gênero se concretiza e se objetiva fora dos indivíduos. A pessoa humana quando aqui chega se depara com determinado estágio de desenvolvimento da produção, relações sociais advindas daí, a produção espiritual humana, etc, frutos de seus antepassados dos quais tem de se apropriar para se reproduzir. Nesta apropriação há sempre o caráter subjetivo e objetivo (objetivação e exteriorização) por meio do qual a pessoa se desenvolve para a individualidade, pois ela parte das objetivações já existentes mas o modo como se apropria dessas é sempre subjetivo. Assim a sociedade faz inúmeras exigências aos indivíduos humanos quando aqui chegam: estes precisam se apropriar da linguagem, dos hábitos e comportamentos sociais, o uso correto de objetos, mais tarde a leitura e a escrita e por aí vai (é o caso do período de maturação humana ser mais longo do que nos outros animais devido à quantidade de coisas das quais a criança precisa se apropriar). A sociedade fica cada vez mais complexa e diversificada o que obriga aos indivíduos a fazerem escolhas a todo momento. Ao mesmo tempo cresce o âmbito de reações possíveis em cada situação dada. Essas decisões entre alternativas faz com que o homem de mera singularidade natural passe a se formar enquanto individualidade. As possibilidades são dadas pela sociedade, mas, no limite, a pessoa singular escolhe se aceita, se se rebela ou se recebe apaticamente as tendencias dominantes em cada situação concreta, o que destaca o caráter ativo do exemplar singular no interior do ser social. Mediante isso, sob o preço da ruína, cada sujeito deve tentar harmonizar interiormente a direção dessas decisões, esta unificação interior é o que chamamos de personalidade. Portanto, a individualidade é fruto do desenvolvimento social, ou seja, ela só se torna possível a partir do momento em que a sociabilidade já se encontra num grau mais ou menos avançado de desenvolvimento, pois só assim ela possibilita às pessoas singulares um campo de manobra mais ou menos amplo por meio do qual ela possa se desenvolver subjetivamente.
Tá, este foi o primeiro capítulo. Agora o segundo será sobre a relação de determinação recíproca entre gênero e individualidade.
Tenho que ler tudo de novo para saber por onde começar sem repetir tudo. Oh, prolegômenos, lá vamos nós outra vez...
Odeio quando leio o meu texto e tenho a impressão de que vomitei as informações.... Tipo, narração de futebol: uiahsajslijdikhauiajlka GOOLLL, onde o ouvinte não sabe o que se passou apenas tem o resultado acabado: o gol, o objetivo final. Um texto bom é aquele em que as idéias são bem trabalhadas, bem articuladas, se conectam, são descritas com clareza.. Para que o leitor possa acompanhar a sua construção. O capítulo mais importante da monografia tá parecendo uma narração de futebol. Bosta.
segunda-feira, 14 de janeiro de 2013
Como pode existir tanta estupidez nesse diabo de Facebook????
Como pode tanta gente demente??
O que é isso?
Páginas de apologia à estupro, pedofilia e tudo aquilo de mais podre e nojento que pode sair da cabeça de um ser humano. Hipocrisias moralistas religiosas sem fim! Machismo e preconceitos de toda ordem! ESTÚPIDOS!
Eu aqui estudando com tanta dedicação a gênese da individualidade, me encantando com a potencialidade genial do ser humano... daí entro nesta porcaria e me deparo com o que de pior o ser humano pode ser... CÉUS, preciso chegar logo na parte em que Lukács dá uma explicação para as bizarrices individuais que surgem dessa brincadeira de se tornar indivíduo humano!
Como pode tanta gente demente??
O que é isso?
Páginas de apologia à estupro, pedofilia e tudo aquilo de mais podre e nojento que pode sair da cabeça de um ser humano. Hipocrisias moralistas religiosas sem fim! Machismo e preconceitos de toda ordem! ESTÚPIDOS!
Eu aqui estudando com tanta dedicação a gênese da individualidade, me encantando com a potencialidade genial do ser humano... daí entro nesta porcaria e me deparo com o que de pior o ser humano pode ser... CÉUS, preciso chegar logo na parte em que Lukács dá uma explicação para as bizarrices individuais que surgem dessa brincadeira de se tornar indivíduo humano!
sábado, 12 de janeiro de 2013
Dia perfeito pra morrer.
Céu cinza, chuva fina, frio... Uma cólica desgraçada de doer até os dentes... na sua cabeceira um Prolegômenos te cutucando para continuar a escrita da mono... O que fazer???
Colocar uma música bem dramática e melancólica pra foder tudo de vez! Claro!!!!
****Malditos hormônios, tragam-me o chocolate, AGORA!!!!!
quarta-feira, 9 de janeiro de 2013
Bem, eu entrei no blogger com a intenção de reclamar. Mas, Camila, eu me disse, é o primeiro post do ano, vamos lá, seja mais ponderada. Nada de reclamações.
Ok.
Feliz 2013.
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Pronto? Posso reclamar agora?? Porque faz tempo que não o faço. Eu uns tempos atrás era uma bela duma reclamona. Mas descobri que reclamar muito atrasava a minha vida. Então me esforcei por parar. Eu ainda sou dramática. Dengosa. Quem convive sabe (e atura). Mas no cotidiano tenho reclamado menos. Claro, a vida tem sido generosa comigo. Diante disso, reclamar demais é como não reconhecer, não ser grata às pessoas e coisas boas que me acontecem. Sim, eu sou uma pessoa de sorte. Sei que muitas coisas dependem de nós, mas não exatamente tudo; algumas, os ventos da casualidade é que nos presenteia. Como nenhum vento sopra a favor de quem não sabe para onde ir, prefiro ter sempre planos. Então é assim, eu sonho, faço, espero e choramingo um pouquinho só as vezes. É inevitável. Como agora: adoraria estar na praia tomando água de coco e descansando a moringa. Acontece que tenho que terminar a monografia... bem... melhor ir ao próximo post.
FELIZ 2013!
Ok.
Feliz 2013.
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Pronto? Posso reclamar agora?? Porque faz tempo que não o faço. Eu uns tempos atrás era uma bela duma reclamona. Mas descobri que reclamar muito atrasava a minha vida. Então me esforcei por parar. Eu ainda sou dramática. Dengosa. Quem convive sabe (e atura). Mas no cotidiano tenho reclamado menos. Claro, a vida tem sido generosa comigo. Diante disso, reclamar demais é como não reconhecer, não ser grata às pessoas e coisas boas que me acontecem. Sim, eu sou uma pessoa de sorte. Sei que muitas coisas dependem de nós, mas não exatamente tudo; algumas, os ventos da casualidade é que nos presenteia. Como nenhum vento sopra a favor de quem não sabe para onde ir, prefiro ter sempre planos. Então é assim, eu sonho, faço, espero e choramingo um pouquinho só as vezes. É inevitável. Como agora: adoraria estar na praia tomando água de coco e descansando a moringa. Acontece que tenho que terminar a monografia... bem... melhor ir ao próximo post.
FELIZ 2013!
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