(olha o que a carência não faz com uma pessoa...)
Eu desejo
que nos dias de chuva
você se permita escutar
a melodia dos telhados
que à mercê das mágoas
busque lembranças que prezem
pela alegria
desejo que a vida lhe abrace
no dia em que você precisar
de companhia
e que o vento lhe sopre pistas
sobre onde encontrar
paixões e sonhos
[Carla Dias]
domingo, 30 de novembro de 2008
Maluca, eu?
Essa imaginação fértil ainda me mata.
Mas ela torna as coisa tão mais... atraentes!
A sensação que dá é que a realidade não me satisfaz, o que me leva a fantasiar, sonhar, imaginar...
e as vezes fico tão envolvida com essa fantasia, que passo a viver num sonho, num mundo idealizado por mim. Então a realidade se dissolve à fantasia e já não consigo distinguir realidade de sonho!
Seria autismo? Esquisofrenia?? Normal não deve ser...
Mas o que eu sei é: é bom! Então não se preocupem, não me internem numa clínica psiquiátrica, nem me encaminhem a um terapeuta.
SIM, é bom!
Por mais que sejam apenas ilusões
são elas que fazem a existência ser... doce!
A realidade nunca será tão doce como um sonho!
A realidade, pelo contrário, é fria, azeda muitas vezes...
e se posso me refugiar nos meus sonhos de vez enquando,
porque não?
E eu sei que hora ou outra a fantasia passa... de mansinho, da mesma maneira que chegou, ela vai embora...
Imagino que elas vêm como se fossem anjos me ajudar a ultrapassar fases difíceis ou de transição, em que a vida perde um pouco a sua graça, então elas vem pra me fazer continuar...
Sonhos fazem parte da vida
Ela seria muito chata sem eles.
Obs: Se você ficou com a impressão de que sou maluca, por favor, ignore este texto.
Mas ela torna as coisa tão mais... atraentes!
A sensação que dá é que a realidade não me satisfaz, o que me leva a fantasiar, sonhar, imaginar...
e as vezes fico tão envolvida com essa fantasia, que passo a viver num sonho, num mundo idealizado por mim. Então a realidade se dissolve à fantasia e já não consigo distinguir realidade de sonho!
Seria autismo? Esquisofrenia?? Normal não deve ser...
Mas o que eu sei é: é bom! Então não se preocupem, não me internem numa clínica psiquiátrica, nem me encaminhem a um terapeuta.
SIM, é bom!
Por mais que sejam apenas ilusões
são elas que fazem a existência ser... doce!
A realidade nunca será tão doce como um sonho!
A realidade, pelo contrário, é fria, azeda muitas vezes...
e se posso me refugiar nos meus sonhos de vez enquando,
porque não?
E eu sei que hora ou outra a fantasia passa... de mansinho, da mesma maneira que chegou, ela vai embora...
Imagino que elas vêm como se fossem anjos me ajudar a ultrapassar fases difíceis ou de transição, em que a vida perde um pouco a sua graça, então elas vem pra me fazer continuar...
Sonhos fazem parte da vida
Ela seria muito chata sem eles.
Obs: Se você ficou com a impressão de que sou maluca, por favor, ignore este texto.
Momento Alfinetada
"A Saudade é um filme sem cor
Que meu coração quer ver colorido"
[Zeca Baleiro]
O que me inspirou a escrever o último post foi um scrap da Dani.
Me fez ver ... o quanto estou tão distante das pessoas que tanto gosto!
E isso me deu uma vontade incontrolável de fazer o tempo parar para que eu pudesse vê-las todas!
Minhas amigas! Amigas que eu tanto gosto! Estou tão longe de todas...
Que saudades de rir,
brincar,
aprontar,
zoar,
filosofar...
Ah, quantos momentos incríveis tive a oportunidade de viver com cada uma delas!
Que saudades... que vontade de voltar no tempo... ah, esse tempo...
[Zeca Baleiro]
O que me inspirou a escrever o último post foi um scrap da Dani.
Me fez ver ... o quanto estou tão distante das pessoas que tanto gosto!
E isso me deu uma vontade incontrolável de fazer o tempo parar para que eu pudesse vê-las todas!
Minhas amigas! Amigas que eu tanto gosto! Estou tão longe de todas...
Que saudades de rir,
brincar,
aprontar,
zoar,
filosofar...
Ah, quantos momentos incríveis tive a oportunidade de viver com cada uma delas!
Que saudades... que vontade de voltar no tempo... ah, esse tempo...
quinta-feira, 27 de novembro de 2008
Quem nunca quis, que atire a primeira pedra...
Eu queria parar o tempo.
Jura? Só você?
Não gosto do tempo,
de relógios,
minutos,
segundos,
dias,
horas,
anos...
Pára tudo!
Pára Terra de girar!
Eu quero um tempo
Um tempo em que o tempo não seja medido, contado, racionado... corre, corre, não vai dar tempo!
Sempre digo: se eu pudesse ter um Mundo este não teria lugar para o tempo, ele que fosse procurar outro canto.
Do que nos serve tanta fragmentação? Se no final das contas, a coisa é um todo só! É tudo uno, passado, presente, futuro, se fundem, se confundem a formar este TODO grande que é a vida.
Mas sei porque o fregmentaram... para controlá-lo! Tudo em prol do poder!
A sensação de perda, a cada segundo que passa, torna-se maior a medida que passa a vida, então lutamos contra o tempo o tempo todo para não perdermos nenhum segundo, e nessa luta a vida passa... até nos darmos conta que, puxa!, o que perdemos foi muito mais do que minutos, dias, horas...
...perdemos a grande satisfação que é desfrutar a vida de forma intensa, sentindo-a devagar, deliciando-se com cada momento, cada emoção, cada sentimento...
e o que foi que ganhamos economizando tempo? Nada. Simplesmente nada.
Sinto que precisamos todos, e com urgência, que o Tempo nos dê um tempo, só assim a vida poderá ser vivida de forma encantada e plena.
Jura? Só você?
Não gosto do tempo,
de relógios,
minutos,
segundos,
dias,
horas,
anos...
Pára tudo!
Pára Terra de girar!
Eu quero um tempo
Um tempo em que o tempo não seja medido, contado, racionado... corre, corre, não vai dar tempo!
Sempre digo: se eu pudesse ter um Mundo este não teria lugar para o tempo, ele que fosse procurar outro canto.
Do que nos serve tanta fragmentação? Se no final das contas, a coisa é um todo só! É tudo uno, passado, presente, futuro, se fundem, se confundem a formar este TODO grande que é a vida.
Mas sei porque o fregmentaram... para controlá-lo! Tudo em prol do poder!
A sensação de perda, a cada segundo que passa, torna-se maior a medida que passa a vida, então lutamos contra o tempo o tempo todo para não perdermos nenhum segundo, e nessa luta a vida passa... até nos darmos conta que, puxa!, o que perdemos foi muito mais do que minutos, dias, horas...
...perdemos a grande satisfação que é desfrutar a vida de forma intensa, sentindo-a devagar, deliciando-se com cada momento, cada emoção, cada sentimento...
e o que foi que ganhamos economizando tempo? Nada. Simplesmente nada.
Sinto que precisamos todos, e com urgência, que o Tempo nos dê um tempo, só assim a vida poderá ser vivida de forma encantada e plena.
terça-feira, 25 de novembro de 2008
Blogueira, ser ou não ser?
Grandes poderes trazem grandes responsabilidades!
Difícil assumir a responsabilidade daquilo que escreve. Expor seus pensamentos, ou sentimentos, pode custar caro.
Mas eu sem esse blog... não seria... EU!
Abrir mão dele seria abrir mão, de certa forma, de mim. Não sei ainda se a necessidade de expor minhas idéias é normal.
Algumas pessoas tem compulsão por comida,
Outras por chocolate,
Outras por gastar...
Minha compulsão é por escrever, oras!
Difícil assumir a responsabilidade daquilo que escreve. Expor seus pensamentos, ou sentimentos, pode custar caro.
Mas eu sem esse blog... não seria... EU!
Abrir mão dele seria abrir mão, de certa forma, de mim. Não sei ainda se a necessidade de expor minhas idéias é normal.
Algumas pessoas tem compulsão por comida,
Outras por chocolate,
Outras por gastar...
Minha compulsão é por escrever, oras!
domingo, 23 de novembro de 2008
A Produtividade da Escola Improdutiva
Não vou entrar em detalhes sobre o esse texto, somente vou expressar o que senti ao terminar de lê-lo.
De que serve a escola se ela não nos ajuda a enxergar a realidade?
A realidade em que NÓS estamos inseridos, que ajudamos a produzir e reproduzir, me diga, de que serve a escola se ela não me mostra que essa mesma realidade me degrada, me oprime, me multila, me desumaniza????
A escola é uma grande farsa!
Sinto que disperdicei longos anos da minha vida frequentando esta tal para somente adquirir saberes fragmentados, descontextualizados e desvinculados da MINHA realidade. Considerando-me como um ser social, seria de direito que eu reconhecesse a sociedade na qual tudo o que me diz respeito se estabelece, e, a escola, como instituição ofialmente difusora do saber, simplesmente me deixou aquém dos conhecimentos necessários para entendê-la, me privando de algo que, pelo simples fato de eu, como ser humano, fazer parte DA SOCIEDADE, é meu POR DIREITO!!!
HUFP!!!!!
No presente momento só consigo despejar minha ira que foi despertada pelo texto "A Produtividade da Escola Improdutiva", de Frigotto. Mas noutra hora escreverei algo sobre este texto para que entendam a minha indignação e partilhem dela comigo!!!
De que serve a escola se ela não nos ajuda a enxergar a realidade?
A realidade em que NÓS estamos inseridos, que ajudamos a produzir e reproduzir, me diga, de que serve a escola se ela não me mostra que essa mesma realidade me degrada, me oprime, me multila, me desumaniza????
A escola é uma grande farsa!
Sinto que disperdicei longos anos da minha vida frequentando esta tal para somente adquirir saberes fragmentados, descontextualizados e desvinculados da MINHA realidade. Considerando-me como um ser social, seria de direito que eu reconhecesse a sociedade na qual tudo o que me diz respeito se estabelece, e, a escola, como instituição ofialmente difusora do saber, simplesmente me deixou aquém dos conhecimentos necessários para entendê-la, me privando de algo que, pelo simples fato de eu, como ser humano, fazer parte DA SOCIEDADE, é meu POR DIREITO!!!
HUFP!!!!!
No presente momento só consigo despejar minha ira que foi despertada pelo texto "A Produtividade da Escola Improdutiva", de Frigotto. Mas noutra hora escreverei algo sobre este texto para que entendam a minha indignação e partilhem dela comigo!!!
sábado, 22 de novembro de 2008
No Recreio
Quer saber quando te olhei na piscina
se apoiando com as mãos na borda
fervendo a água que não era tão fria
e o azulejo se partiu porque a porta
do nosso amor estava se abrindo
e os pés que irão por esse caminho
vão terminar no altar, eu só queria me casar
com alguém igual a você!
e alguém igual não há de ter
então quero mudar de lugar, eu quero estar no lugar
da sala pra te receber
na cor do esmalte que você vai escolher
só para as unhas pintar
quando é que você vai sacar
que o vão que fazem suas mãos
é só porque você não está comigo
só é possível te amar...
seus pés se espalham em fivela e sandália
e o chão se abre por dois sorrisos
virão guiando o seu corpo que é praia
de um escândalo charme macio
que cor terá se derreter?
que som os lábios vão morder?
vem me ensinar a falar
vem me ensinar ter você
na minha boca agora mora o teu nome
é a vista que os meus olhos querem ter
sem precisar procurar
nem descansar e adormecer
não quero acreditar que vou gastar desse modo a vida
olhar pro sol só ver janela e cortina
no meu coração fiz um lar
o meu coração é o teu lar
e de que me adianta tanta mobília
se você não está comigo?
só é possível te amar
ouve os sinos, amor
só é possível te amar
escorre aos litros, o amor
[Nando Reis]
quinta-feira, 20 de novembro de 2008
V Semana da Pedagogia
Foi lindo. E confesso que me emocionei.
Ver todos os meus professores envolvidos, trabalhando em equipe para nos proporcionar uma semana tão rica e agradável, foi simplesmente incrível.
Ao ver o carinho e a dedicação que tiveram ao planejar cada momento me fez sentir o quanto todos eles são especiais. Nos mostraram que não estão na pedagogia por acaso, mas sim porque acreditam na educação, e mais, acreditam em nós! Acreditam que nós podemos sim fazer a diferença. E é nesse momento que eles fazem toda a diferença.
Para nós, futuros educadores, ainda inseguros em relação à nossa profissão por termos consciência das dificuldades que teremos de enfrentar, é de extrema importância sentir que nossos mestres confiam em nossa capacidade de trasformação e acreditam que podemos fazer uma educação de melhor qualidade, uma educação para igualdade, para a justiça social. Essa confiança nos faz acreditarmos em nós mesmos e a valorizarmos nossa profissão.
As palestras que aconteceram durante a semana pareceu terem sido escolhidas a dedo. E digo mais: a sensação foi de que foram baseadas em nosso tema de TCC: Identidade Docente: os processos de formação e (de)formação. Nossa intenção é tratar da identidade do professor como fator importante para a valorização da profissão, e este foi basicamente o foco da V Semana da Pedagogia.
As apresentações culturais antes das palestras também foram carinhosamente escolhidas. Fiquei feliz em ver que fizeram questão de nos trazer coisas de qualidade.
Enfim, foram momentos ótimos que poderiam se repetir mais vezes durante o ano.
Muito temos a agredecer aos nossos professores pela dedicação, pois sei que não são todos que tem esse compromisso com a educação e essa preocupação com a nossa formação. Quando a coisa é feita com carinho dá gosto de ver, encanta, emociona e deixa um gostinho de quero mais.
Ver todos os meus professores envolvidos, trabalhando em equipe para nos proporcionar uma semana tão rica e agradável, foi simplesmente incrível.
Ao ver o carinho e a dedicação que tiveram ao planejar cada momento me fez sentir o quanto todos eles são especiais. Nos mostraram que não estão na pedagogia por acaso, mas sim porque acreditam na educação, e mais, acreditam em nós! Acreditam que nós podemos sim fazer a diferença. E é nesse momento que eles fazem toda a diferença.
Para nós, futuros educadores, ainda inseguros em relação à nossa profissão por termos consciência das dificuldades que teremos de enfrentar, é de extrema importância sentir que nossos mestres confiam em nossa capacidade de trasformação e acreditam que podemos fazer uma educação de melhor qualidade, uma educação para igualdade, para a justiça social. Essa confiança nos faz acreditarmos em nós mesmos e a valorizarmos nossa profissão.
As palestras que aconteceram durante a semana pareceu terem sido escolhidas a dedo. E digo mais: a sensação foi de que foram baseadas em nosso tema de TCC: Identidade Docente: os processos de formação e (de)formação. Nossa intenção é tratar da identidade do professor como fator importante para a valorização da profissão, e este foi basicamente o foco da V Semana da Pedagogia.
As apresentações culturais antes das palestras também foram carinhosamente escolhidas. Fiquei feliz em ver que fizeram questão de nos trazer coisas de qualidade.
Enfim, foram momentos ótimos que poderiam se repetir mais vezes durante o ano.
Muito temos a agredecer aos nossos professores pela dedicação, pois sei que não são todos que tem esse compromisso com a educação e essa preocupação com a nossa formação. Quando a coisa é feita com carinho dá gosto de ver, encanta, emociona e deixa um gostinho de quero mais.
domingo, 16 de novembro de 2008
Inclusão Digital
"VIVEMOS A MODERNIDADE SEM ELIMINAR OS ATRAZOS"Nós brasileiros temos o mal hábito de importar as modernidades, tecnologias, dos "primeiros mundos", sem antes dar um jeito nos nossos problemas mais urgentes.
É o que acontece com a criança quando importamos o mais avançado dos estatutos, o conhecido ECA. Este enche a criança de direitos, esquecendo-se que um dos maiores problemas, que corresponde aos direitos básicos como alimentação, higiene, ainda não foram completamente resolvidos, aliás, muito pelo contrário.
E o tal do estatuto acaba ficando vazio, as vezes até causando problemas, já que não corresponde à nossa realidade.
Enquanto o Brasil não se assumir tal como ele é, enchergando seus atrazos, seus verdadeiros problemas e suas urgências maiores, nunca vai sair do que chamamos de "subdesenvolvido". Porém, estas são "questões sociais" e... quem se importa?
Resolvendo questões (de vida ou morte)
O mais difícil é entender que, por mais eu me importe, algumas pessoas simplesmente não se importam...
Meus professores prosternaram-se frente à minha angústia e se propuseram a responder algumas de minhas perguntas (de vida ou morte) e acalentar meu inquieto coraçãozinho.
Professor:
_ Talvéz você tenha vivido num ambiente, ou acontecido algum fato em sua vida que favoreceu esta percepção e indignação... você tem que entender que nem todas as pessoas tiveram esta oportunidade, talvéz o que elas viveram as levou a se preocuparem com outras coisas...
Pensando nisso lembrei do meu pai.
Hoje ele reclama que estou muito crítica e diz para eu parar de me preocupar com as "questões sociais" e viver minha vida.
O que ele não sabe é que tem grande parcela de culpa aí, pra minha sorte.
Pra minha sorte sim, tive um pai que não me incentivava nem um pouco a assistir Xuxa, Angélica ou outros produtos loiros que andavam às soltas quando eu era criança.
E não eram quaisquer livros! O Príncipe, de Maquiavel, A Metamorfose de Kafka, A Revolução dos Bichos... são livros que tantam nos tirar da alienação!
Se sou o que sou hoje muito devo a ele e muito tenho a agradecê-lo.
Mas, depois de tudo, hoje ele vem dizer que me deserda se eu entrar para faculdade de Ciências Sociais! Que contraditório!
O que mais me espanta é ver que ele, antes tão crítico, agora resolveu se conformar. Como pode???
Temo ter esse fim!!! Por isso nunca quero sair deste "ambiente intelectual " que tem a faculdade, pois sei que lá sempre terá algo que me fará despertar a indignação, não me deixando apegar-me a discursos conformistas e deterministas.
(as respostas dos meus profs às questões insolucionáveis continua logo mais...)
Meus professores prosternaram-se frente à minha angústia e se propuseram a responder algumas de minhas perguntas (de vida ou morte) e acalentar meu inquieto coraçãozinho.
Professor:
_ Talvéz você tenha vivido num ambiente, ou acontecido algum fato em sua vida que favoreceu esta percepção e indignação... você tem que entender que nem todas as pessoas tiveram esta oportunidade, talvéz o que elas viveram as levou a se preocuparem com outras coisas...
Pensando nisso lembrei do meu pai.
Hoje ele reclama que estou muito crítica e diz para eu parar de me preocupar com as "questões sociais" e viver minha vida.
O que ele não sabe é que tem grande parcela de culpa aí, pra minha sorte.
Pra minha sorte sim, tive um pai que não me incentivava nem um pouco a assistir Xuxa, Angélica ou outros produtos loiros que andavam às soltas quando eu era criança.
- Era ele que não me deixava vestir mini-shorts e rebolar com os É o Tchan's da vida...
- Foi ele que, enquanto ateu, não me fez frequentar igreja nenhuma, seguir religião alguma, deixando isso a meu critério.
- Ele tinha uma criticidade aguçada e me passou a herança sem perceber.
- Ele me incentivou a ouvir música de qualidade, a me interessar por leitura, a me questionar sobre a vida, sobre o mundo e a sociedade.
- E, me lembro bem, desde os primórdios de minha existência ele fazia questão de me chamar com ele para conferir quantos livros ele já havia lido, e mais, me apontava todos os que eu devia ler, deixando uma sutil sensação de obrigação.
E não eram quaisquer livros! O Príncipe, de Maquiavel, A Metamorfose de Kafka, A Revolução dos Bichos... são livros que tantam nos tirar da alienação!
Se sou o que sou hoje muito devo a ele e muito tenho a agradecê-lo.
Mas, depois de tudo, hoje ele vem dizer que me deserda se eu entrar para faculdade de Ciências Sociais! Que contraditório!
O que mais me espanta é ver que ele, antes tão crítico, agora resolveu se conformar. Como pode???
Temo ter esse fim!!! Por isso nunca quero sair deste "ambiente intelectual " que tem a faculdade, pois sei que lá sempre terá algo que me fará despertar a indignação, não me deixando apegar-me a discursos conformistas e deterministas.
(as respostas dos meus profs às questões insolucionáveis continua logo mais...)
E seguirei sonhando...
Dirão que passou de moda a loucura,
dirão que a gente é má e não merece,
mais eu seguirei sonhando travessuras
[Silvo Rodrigues]
Sonhos, sonhos! Quantos deles hoje carrego comigo!
Quantas vontades, desejos, planos... Planos!
Logo quando pensei que estava perdida, vazia, oca
e a vida sem sentido... sem sentido sim, por que viver sem sonhos, no mínimo ilusões, é completamente sem sentido! Faz a existência perder sua razão...
A vida, essa tal, só tem sentido quando se acredita em algo... mesmo que este não esteja, no momento, em nossas mãos.
Sonhando, planejando, acreditando... dá-se um rumo à vida, surge caminhos, oportunidades, tudo se transforma.
Se agora tenho sonhos não posso deixar de dar os devivos créditos à faculdade, esta que fez a revira-volta em minha vida, me levando a descobrir "aquilo que eu verdadeiramente amo"...
Podem dizer que é utopia, besteira, ou qualquer coisa assim, mais eu seguirei sonhando travessuras... pois é isso que alimenta a vida!
dirão que a gente é má e não merece,
mais eu seguirei sonhando travessuras
[Silvo Rodrigues]
Sonhos, sonhos! Quantos deles hoje carrego comigo!
Quantas vontades, desejos, planos... Planos!
Logo quando pensei que estava perdida, vazia, oca
e a vida sem sentido... sem sentido sim, por que viver sem sonhos, no mínimo ilusões, é completamente sem sentido! Faz a existência perder sua razão...
A vida, essa tal, só tem sentido quando se acredita em algo... mesmo que este não esteja, no momento, em nossas mãos.
Sonhando, planejando, acreditando... dá-se um rumo à vida, surge caminhos, oportunidades, tudo se transforma.
Se agora tenho sonhos não posso deixar de dar os devivos créditos à faculdade, esta que fez a revira-volta em minha vida, me levando a descobrir "aquilo que eu verdadeiramente amo"...
Podem dizer que é utopia, besteira, ou qualquer coisa assim, mais eu seguirei sonhando travessuras... pois é isso que alimenta a vida!
quinta-feira, 13 de novembro de 2008
Isopor
Estouro de bolha de sabão
Rufem os tambores de brinquedo
O palco é de papelão
Alguém fez um samba enredo
Vou levar pastel de vento
Sanduiche de isopor
Bolo de esquecimento
Vou esquecer quem é meu amor
Vou pensar que ainda não vi
Nada igual ao que estou vendo
Nem vou mais querer olhar
O firmamento
Tudo o que vejo é inconsistente
E nada aprendo, tudo se desmente
Nada do mundo, desde o começo
Eu não conheço, eu não entendo
Vou querer tomar veneno
Vou querer dissimular
Vou ter crise de comportamento
Vou sorrir querendo chorar
A música é feita de sons
E os sons são feitos de ar
E agora que a banda passou
Nada vai ficar
Nada vai ficar
Nada vai ficar
Por incrível que pareça eu ouço essa música à anos e nunca tinha notado o seu verdadeiro significado. Somente agora que me afloraram sentimentos parecidos com os de quem a escreveu, que pude sentir o que realmente ela quer expressar.
Quando o mundo vai se revelando, se abrindo diante dos seus olhos, você sente que é tudo uma grande farça...
Estouro de bolha de sabão
Rufem os tambores de brinquedo
O palco é de papelão
Alguém fez um samba enredo
Vou levar pastel de vento
Sanduiche de isopor
Bolo de esquecimento
Vou esquecer quem é meu amor
...e passa a ter a sensação de que na verdade você não está aprendendo, mas sim descobrindo que aquilo que você acreditava não condiz com a realidade...
Tudo o que vejo é inconsistente
E nada aprendo, tudo se desmente...
E a impressão de que, quanto mais você lê, entende e descobre, menos sobre o mundo você sabe...
Nada do mundo, desde o começo
Eu não conheço, eu não entendo
Isso aos poucos vai te angustiando e te fazendo não querer mais ouvir, nem ler, nem entender..
Nem vou mais querer olhar
O firmamento
Quando a indignação toma conta do nosso coração, entramos em crise, desejamos fugir, sumir, desaparecer...
Vou querer tomar veneno
Vou querer dissimular
Vou ter crise de comportamento
Vou sorrir querendo chorar
E agora que tenho consciência... nada mais será como era antes...
E agora que a banda passou
Nada vai ficar
Nada vai ficar
Nada vai ficar
Rufem os tambores de brinquedo
O palco é de papelão
Alguém fez um samba enredo
Vou levar pastel de vento
Sanduiche de isopor
Bolo de esquecimento
Vou esquecer quem é meu amor
Vou pensar que ainda não vi
Nada igual ao que estou vendo
Nem vou mais querer olhar
O firmamento
Tudo o que vejo é inconsistente
E nada aprendo, tudo se desmente
Nada do mundo, desde o começo
Eu não conheço, eu não entendo
Vou querer tomar veneno
Vou querer dissimular
Vou ter crise de comportamento
Vou sorrir querendo chorar
A música é feita de sons
E os sons são feitos de ar
E agora que a banda passou
Nada vai ficar
Nada vai ficar
Nada vai ficar
Por incrível que pareça eu ouço essa música à anos e nunca tinha notado o seu verdadeiro significado. Somente agora que me afloraram sentimentos parecidos com os de quem a escreveu, que pude sentir o que realmente ela quer expressar.
Quando o mundo vai se revelando, se abrindo diante dos seus olhos, você sente que é tudo uma grande farça...
Estouro de bolha de sabão
Rufem os tambores de brinquedo
O palco é de papelão
Alguém fez um samba enredo
Vou levar pastel de vento
Sanduiche de isopor
Bolo de esquecimento
Vou esquecer quem é meu amor
...e passa a ter a sensação de que na verdade você não está aprendendo, mas sim descobrindo que aquilo que você acreditava não condiz com a realidade...
Tudo o que vejo é inconsistente
E nada aprendo, tudo se desmente...
E a impressão de que, quanto mais você lê, entende e descobre, menos sobre o mundo você sabe...
Nada do mundo, desde o começo
Eu não conheço, eu não entendo
Isso aos poucos vai te angustiando e te fazendo não querer mais ouvir, nem ler, nem entender..
Nem vou mais querer olhar
O firmamento
Quando a indignação toma conta do nosso coração, entramos em crise, desejamos fugir, sumir, desaparecer...
Vou querer tomar veneno
Vou querer dissimular
Vou ter crise de comportamento
Vou sorrir querendo chorar
E agora que tenho consciência... nada mais será como era antes...
E agora que a banda passou
Nada vai ficar
Nada vai ficar
Nada vai ficar
domingo, 9 de novembro de 2008
Ler devia ser Proibido
Aumente o som...
.
.
.
Cuidado!
Ler pode tornar as pessoas perigosamente... mais humanas.
Simplesmente demais.
sábado, 8 de novembro de 2008
Os indiferentes
-Os indiferentes
Odeio os indiferentes.
Acredito que viver
Significa tomar partido.
Indiferença é apatia,
parasitismo, covardia.
Não é vida.
também, porque me provocam
tédio as suas lamúrias
de eternos inocentes.
Vivo, sou militante.
Por isso, detesto
Quem não toma partido.
Odeio os indiferentes.
[Antonio Gramsci]
Odeio os indiferentes.
Acredito que viver
Significa tomar partido.
Indiferença é apatia,
parasitismo, covardia.
Não é vida.
Por isso, abomino os indiferentes.
Desprezo os indiferentes,também, porque me provocam
tédio as suas lamúrias
de eternos inocentes.
Vivo, sou militante.
Por isso, detesto
Quem não toma partido.
Odeio os indiferentes.
[Antonio Gramsci]
Loucura é quase santidade e o bem também pode ser mal
Se tomar consciência dói, então posso me considerar uma masoquista, pois não tem coisa que me empolga mais do que conhecer a respeito das "verdades do mundo".
Queima o chicote! Hahaha
Oh mundo cruel! Por que és assim? O que te tornou tão rude? Homens do meu planeta azul, respondam-me, de onde vem tanta maldade?
Seria lírico se não fosse trágico.
E dói. Dói e enlouquece.
Dói quando você descobre que o mundo não é tão generoso como você imaginava.
Nossa, e como dói! E revolta! Me chamam de anarquista mas mal fazem idéia da pressão que essa tal de conscientização faz na minha cabeça. Eu devia processar essa faculdade!!
Definitivamente o conhecimento não contribui nem um pouco para sermos felizes!
Já quis amaldiçoar meus professores por me roubarem a paz.
Malditos sejam, eu podia estar feliz assistindo a novela das oito, sendo manipulada sem saber, sendo roubada sem saber, sendo enganada sem saber.. mas e daí? Eu não saberia mesmo...
Hoje, veja meu estado. Passei a tarde refletindo e filosofando sobre coisas que não servirão para nada além de me deixar louca. Louquinha pirada, não me surpreenderei se tiver o mesmo fim de Nietzsche! Onze anos mergulhado em pura loucura, oh, triste fim!
Porém, posso morrer louca, mas não abro mão do meu direito de conhecer as circunstâncias nas quais vivo, as relações nas quais estou envolvida, as forças "do além" que querem me dominar, HuuAhahAHah (risada do mal)
Hahahahaha, e, aliás, quem decide sobre quem é louco e quem não é, heim, heim??
;P
Queima o chicote! Hahaha
Oh mundo cruel! Por que és assim? O que te tornou tão rude? Homens do meu planeta azul, respondam-me, de onde vem tanta maldade?
Seria lírico se não fosse trágico.
E dói. Dói e enlouquece.
Dói quando você descobre que o mundo não é tão generoso como você imaginava.
Nossa, e como dói! E revolta! Me chamam de anarquista mas mal fazem idéia da pressão que essa tal de conscientização faz na minha cabeça. Eu devia processar essa faculdade!!
Definitivamente o conhecimento não contribui nem um pouco para sermos felizes!
Já quis amaldiçoar meus professores por me roubarem a paz.
Malditos sejam, eu podia estar feliz assistindo a novela das oito, sendo manipulada sem saber, sendo roubada sem saber, sendo enganada sem saber.. mas e daí? Eu não saberia mesmo...
Hoje, veja meu estado. Passei a tarde refletindo e filosofando sobre coisas que não servirão para nada além de me deixar louca. Louquinha pirada, não me surpreenderei se tiver o mesmo fim de Nietzsche! Onze anos mergulhado em pura loucura, oh, triste fim!
Porém, posso morrer louca, mas não abro mão do meu direito de conhecer as circunstâncias nas quais vivo, as relações nas quais estou envolvida, as forças "do além" que querem me dominar, HuuAhahAHah (risada do mal)
Hahahahaha, e, aliás, quem decide sobre quem é louco e quem não é, heim, heim??
;P
Quem vai colar os caquinhos do mundo velho?
"Pátrias, famílias, religiões
E preconceitos: quebrou não tem mais jeito!
Agora descubra de verdade o que você ama..."
Para encerrar o assunto postarei algo que recebi de alguém que muito admiro, que teve tamanha sensibilidade para perceber as minhas angústias e me presentear com esse texto. Para você pode não fazer muito sentido, mas para mim fez toda a diferença.
O texto se trata de um trecho de uma carta escrita na prisão por Rosa Luxemburg dirigida à Luise Kautsky, em 1917.
"Perdeste decerto o gosto pela música temporariamente, como de resto por muitas outras coisas. A tua cabeça está cheia de cuidados por um mundo cuja história se distorceu... Todos os que me escrevem suspiram e se queixam. Isso é demasiado estúpido. Não compreendem que o fracasso geral é demasiado grande para nos lamentarmos?... Posso aborrecer-me se a Mimi fica doente ou se alguma coisa te acontecer. Mas se todo o mundo se desarticula, então procuro compreender o que aconteceu e porque aconteceu, e se cumpri o meu dever de novo me sinto aliviada. E recupero novamente tudo aquilo que me agrada: a música e a arte e as nuvens, a observação das plantas na Primavera, os bons livros, a Mimi, tu e muitas outras coisas... Sou rica e penso que continuarei a sê-lo para sempre. Abandonarmo-nos completamente às calamidades do momento é intolerável e incompreensível. Pensa com que serenidade Goethe observava as coisas. E recorda-te daquilo por que passou: a Grande Revolução Francesa - que vista de perto deve ter parecido nada mais do que uma farça sangrenta e essencialmente inútil. E depois, entre 1793 e 1815, uma cadeia initerrupta de guerras até o mundo se parecer novamente com uma casa de malucos. E com que calma e serenidade intelectual continuou seus estudos sobre a metamorfose das plantas, a cromatologia e mil e uma outras coisas! Não espero que escrevas poesia como Goethe, mas podes adotar sua atitude para com a vida, a sua universalidade de interesses, e a sua harmonia interior - ou pelo menos podes tentar atingi-la. E se disseres: mas Goethe não era politicamente ativo, então responderei que um lutador político deve ser capaz de se colocar acima das coisas com urgência ainda maior, ou afundar-se-á até as orelhas nas trivialidades da vida de todos os dias."
Que sensibilidade! E eu que me encontrava aflita por não conseguir resolver as tantas questões que as aulas dele deixaram em aberto, questões que pensei que ficariam no ar, sem respostas, isso me angustiava. Pode parecer idiota, mas eu me importo...
Eu até gostaria, mas não consigo fingir que o que eles falam não chega aos meus ouvidos, não atinge meus sentimentos. Tomar consciência, como bem disse a professora Tânia, dói, não é um processo fácil... Mas me senti um pouco mais aliviada depois das conversas e desse texto e por perceber que eles também se importam.
Guardarei com muito carinho.
Quero também deixar claro que, apesar de eu sempre brincar falando da paixonite platônica pelo professor, o que eu sinto não ultrapassa os limites da admiração, como já disse aqui, ele é um exemplo, um modelo a ser seguido, e, aliás, desconfio que minha paixão, na verdade, é sobre tudo aquilo que diz respeito ao mundo, a sociedade, aos homens... isso sim me apaixona!
Mas não nego que sou encantada por suas aulas e que por mim ele podia ministrar todas as diciplinas do curso! Só de pensar em não ter aula com ele ano que vem já me desanima... quem mais vai me mostrar as verdades do mundo??!
Ah..
E preconceitos: quebrou não tem mais jeito!
Agora descubra de verdade o que você ama..."
Para encerrar o assunto postarei algo que recebi de alguém que muito admiro, que teve tamanha sensibilidade para perceber as minhas angústias e me presentear com esse texto. Para você pode não fazer muito sentido, mas para mim fez toda a diferença.
O texto se trata de um trecho de uma carta escrita na prisão por Rosa Luxemburg dirigida à Luise Kautsky, em 1917.
"Perdeste decerto o gosto pela música temporariamente, como de resto por muitas outras coisas. A tua cabeça está cheia de cuidados por um mundo cuja história se distorceu... Todos os que me escrevem suspiram e se queixam. Isso é demasiado estúpido. Não compreendem que o fracasso geral é demasiado grande para nos lamentarmos?... Posso aborrecer-me se a Mimi fica doente ou se alguma coisa te acontecer. Mas se todo o mundo se desarticula, então procuro compreender o que aconteceu e porque aconteceu, e se cumpri o meu dever de novo me sinto aliviada. E recupero novamente tudo aquilo que me agrada: a música e a arte e as nuvens, a observação das plantas na Primavera, os bons livros, a Mimi, tu e muitas outras coisas... Sou rica e penso que continuarei a sê-lo para sempre. Abandonarmo-nos completamente às calamidades do momento é intolerável e incompreensível. Pensa com que serenidade Goethe observava as coisas. E recorda-te daquilo por que passou: a Grande Revolução Francesa - que vista de perto deve ter parecido nada mais do que uma farça sangrenta e essencialmente inútil. E depois, entre 1793 e 1815, uma cadeia initerrupta de guerras até o mundo se parecer novamente com uma casa de malucos. E com que calma e serenidade intelectual continuou seus estudos sobre a metamorfose das plantas, a cromatologia e mil e uma outras coisas! Não espero que escrevas poesia como Goethe, mas podes adotar sua atitude para com a vida, a sua universalidade de interesses, e a sua harmonia interior - ou pelo menos podes tentar atingi-la. E se disseres: mas Goethe não era politicamente ativo, então responderei que um lutador político deve ser capaz de se colocar acima das coisas com urgência ainda maior, ou afundar-se-á até as orelhas nas trivialidades da vida de todos os dias."
Que sensibilidade! E eu que me encontrava aflita por não conseguir resolver as tantas questões que as aulas dele deixaram em aberto, questões que pensei que ficariam no ar, sem respostas, isso me angustiava. Pode parecer idiota, mas eu me importo...
Eu até gostaria, mas não consigo fingir que o que eles falam não chega aos meus ouvidos, não atinge meus sentimentos. Tomar consciência, como bem disse a professora Tânia, dói, não é um processo fácil... Mas me senti um pouco mais aliviada depois das conversas e desse texto e por perceber que eles também se importam.
Guardarei com muito carinho.
Quero também deixar claro que, apesar de eu sempre brincar falando da paixonite platônica pelo professor, o que eu sinto não ultrapassa os limites da admiração, como já disse aqui, ele é um exemplo, um modelo a ser seguido, e, aliás, desconfio que minha paixão, na verdade, é sobre tudo aquilo que diz respeito ao mundo, a sociedade, aos homens... isso sim me apaixona!
Mas não nego que sou encantada por suas aulas e que por mim ele podia ministrar todas as diciplinas do curso! Só de pensar em não ter aula com ele ano que vem já me desanima... quem mais vai me mostrar as verdades do mundo??!
Ah..
quinta-feira, 6 de novembro de 2008
Isso que é amigo!
"... no fundo dos seus olhos, pra dentro da memória te levei..."
Hahahaha, Belon, só você pra me fazer rir dessas coisas!!
Também, olha logo pra quem eu vou perguntar quais eram as chances de eu encontrar alguém perfeitinho pra namorar...
_homens assim só nascem de 100 em 100 anos. Como você disse que existe outro como eu, então são 2 homens perfeitos em um século. Sinto muito, mas a probabilidade de você encontrar outro cara perfeito é praticamente nula...
Que incentivo!! As vezes a sinceridade dos meus amigos me assustam...
Hahahaha, Belon, só você pra me fazer rir dessas coisas!!
Também, olha logo pra quem eu vou perguntar quais eram as chances de eu encontrar alguém perfeitinho pra namorar...
_homens assim só nascem de 100 em 100 anos. Como você disse que existe outro como eu, então são 2 homens perfeitos em um século. Sinto muito, mas a probabilidade de você encontrar outro cara perfeito é praticamente nula...
Que incentivo!! As vezes a sinceridade dos meus amigos me assustam...
domingo, 2 de novembro de 2008
Ânimo garota mole!
Esse desânimo as vezes acaba comigo...
Nesses momentos a frase que mais digo é:
..a vida é dura, fazer o que...
E a resposta que me faz acordar, Esther, nunca vou esquecer, fiquei pasma:
_ a vida é dura nada, VOCÊ QUE É MOLE!!
Tome cheirosa!! hahahaha
"Ô leva eu
Eva, Eva
Leva também o meu amor
E vamos juntos na avenida
É carnaval em Salvador..."

Se tem uma coisa que levanta meu astral é ouvir essas musiquinhas de carnaval.. hahaha, quem diria!!
" Marley,
Traz o meu amor nesse reggae
Eu danço nesse embalo, me leve
Eu chamo, clamo por você
Vem amor, vem me ver
Meu céu azul, meu bem querer.."
Essa então, eu canto com gosto!!

"Hoje eu to querendo falar de coisa boa
Hoje eu to querendo gostar mais de você
O povo balançando, dando risada atoa
Hoje só não dança quem gosta de sofrer!!
Dá um up no meu astral! As pessoas me acham maluca quando me veem cantando, pulando, dançando, como se a vida fosse um eterno carnaval...
As letras podem não ser um exemplo de cultura, mas trazem uma mensagem de alegria, alto astral, capaz de acalenta corações. Tem um poder tremendo de aliviar a alma.
Mas só quem sente a música com o coração é que sabe do que estou falando...
Nesses momentos a frase que mais digo é:
..a vida é dura, fazer o que...
E a resposta que me faz acordar, Esther, nunca vou esquecer, fiquei pasma:
_ a vida é dura nada, VOCÊ QUE É MOLE!!
Tome cheirosa!! hahahaha
"Ô leva eu
Eva, Eva
Leva também o meu amor
E vamos juntos na avenida
É carnaval em Salvador..."

Se tem uma coisa que levanta meu astral é ouvir essas musiquinhas de carnaval.. hahaha, quem diria!!
" Marley,
Traz o meu amor nesse reggae
Eu danço nesse embalo, me leve
Eu chamo, clamo por você
Vem amor, vem me ver
Meu céu azul, meu bem querer.."
Essa então, eu canto com gosto!!

"Hoje eu to querendo falar de coisa boa
Hoje eu to querendo gostar mais de você
O povo balançando, dando risada atoa
Hoje só não dança quem gosta de sofrer!!
Dá um up no meu astral! As pessoas me acham maluca quando me veem cantando, pulando, dançando, como se a vida fosse um eterno carnaval...
"Quando a estrela brilhar na cabeleira
E o galope acordar na beira-mar
Bem-te-vi e a canção da goiabeira
Brisa Lua no mato pra cheirar
E tenha fé no azul que tá no frevo
Que o azul é a cor da alegria
Um cavalo mambembe sem relevo
Um galope de Olinda pra Bahia"
As letras podem não ser um exemplo de cultura, mas trazem uma mensagem de alegria, alto astral, capaz de acalenta corações. Tem um poder tremendo de aliviar a alma.
Mas só quem sente a música com o coração é que sabe do que estou falando...
"Venha pra cá, não marque bobeira
Que o meu balanço não é brincadeira!
sábado, 1 de novembro de 2008
Nada
Eu queria fazer um post legal, mas já que não sai nada que preste, vou fazer um meia boca mesmo.
Meu dia hoje melhor não podia ter sido. O que eu fiz?
Nada. Absolutamente nada.
Perfeito, não?
Assisti o dvd do EVA algumas poucas vezes, uhn.... 5.
Aliás, não foi a toa que fiz isso, tinha um objetivo: fixar o Saulo em minha mente e usar a lei da atração pra enlaçar alguém no mínimo com um sorriso como o dele.
(foi mais pra esquecer minha paixonite platônica, se quer saber a verdade, mas isso não vem ao caso)
Estou carente mais uma vez mas sei o que pode me curar:
Alguém que seja lindo como o Saulo, inteligente como o prof° Ronaldo e divertido como o prof° Nelson.
Só!
É pedir demais??! HUNF!
Meu dia hoje melhor não podia ter sido. O que eu fiz?
Nada. Absolutamente nada.
Perfeito, não?
Assisti o dvd do EVA algumas poucas vezes, uhn.... 5.
Aliás, não foi a toa que fiz isso, tinha um objetivo: fixar o Saulo em minha mente e usar a lei da atração pra enlaçar alguém no mínimo com um sorriso como o dele.
(foi mais pra esquecer minha paixonite platônica, se quer saber a verdade, mas isso não vem ao caso)
Estou carente mais uma vez mas sei o que pode me curar:
Alguém que seja lindo como o Saulo, inteligente como o prof° Ronaldo e divertido como o prof° Nelson.
Só!
É pedir demais??! HUNF!
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