terça-feira, 6 de maio de 2014

Eu não sou tão frágil quanto pareço. Quem me viu em dada situação pode ter tido a impressão de que eu desmontaria. Realmente, eu me desmonto. Ou, como Cecília, "me deixo cortar para poder voltar sempre inteira". Porque eu sofro. Sofro quando é para sofrer. Choro quando é pra chorar. Mas isso não me apraz, porque tenho tanta vida! E tenho tantos motivos para ser feliz e estar alegre que permanecer em lamúrias me faz sentir quase uma criminosa, especialmente quando me vejo diante de um mundo onde há tanta gente sobrevivendo à barbaridades. Apenas me permito viver os momentos e fases da vida, cada qual com suas alegrias e dores.

E me disse um passarinho...

Deixe as coisas irem...

Carro é só lata.

E eu parei para refletir. Coisas são só coisas. Umas vão outras vem e assim segue.
Não quero ser o que eu tenho. Não sou o meu carro, o meu celular, a minha casa, as roupas que me vestem.

 Eu sou... o que faço, o que penso e o que sonho!