terça-feira, 26 de abril de 2011

Peripécias de Bob


A gente vive cada coisa na escola com essas crianças que só Jesuis na nossa vida...

Lá na sala temos um Bob. Criança dispersa, calma, que vive no mundo da lua, as vezes precisamos até chegar perto pra ver se está respirando. Se finge de morto quando é hora de cantar, canta quando é hora de ouvir história, o pequeno vive em seu mundo paralelo. Outro dia ele resolveu se rebelar contra este mundo que lhe oprime. Gritou com a professora porque não queria por o sapato. Cuspiu na amiga. Assim não dá, né Bob, vai ficar sentado sem brincar. Ok. Na corraria com as outras crianças organizando a sala ouvimos gritos... Mamãe, Socorro, Mamaaaaaaaeeeeeee!!!!!! Olhamos para o lado: cadê o Bob?? Corremos ao banheiro e a cena cômica: Nosso querido subiu no lavatório e ligou o chuveiro FRIO e o encontramos chorando desesperadamente pedindo por socorro, IMÓVEL, embaixo da água do chuveiro....

Em momentos como esse surgem os maiores dilemas de um prof. de educação infantil: você não sabe se socorre a criança, se curte a cena cômica e cai na gargalhada, ou se esbraveja com o pequeno.

É, minha gente, não é mole não!!! Heheheh

segunda-feira, 25 de abril de 2011

que susto... acabo de ouvir da vizinha..

Vai vai vai vai vai vai vai vai vaiiii!!!!!!!!!
ai.. aii.. ai.. ai... ai.. aiiii...
AAAAAIIIIIIIIIIII!!!!!!!!!!!!!!!!!

aaahnnnnnnnnnn.......

...........................................

AAAAAAAHHHHHH!!!!!!!

PAAAAAAAAAAAAAIIIIIII vem tirar essa largatixa daquiiiiiiiiiiiiiiiiiii!!!!! Nhaaaaaaaaaaaaaaaaaaaiiiiii


Eu:

kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

Post sobre nada

Sou tão louca que mesmo quando não tenho nada a dizer, simplesmente pelo fato de não estar pensando em nada de interessante, sinto que preciso escrever algo, nem que eu invente ou diga algo sem importância, exatamente como estou fazendo agora. Nada de reflexões sobre a vida ou a morte, sobre o devir da humanidade, nenhuma indignação latente, nenhuma vontade de ir nem de ficar, de subir nem descer, de voltar ou seguir. Sabe, to assim, sei lá. Voltei com a mente zerada do feriado. E nenhuminha vontade de pensar se passa pela minha mente. Necas. Assim tá bom. Preocupação máxima neste caso é o que vou comer na janta. Eu queria bacalhau, já que jantei linguiça na sexta-feira santa. Mas ninguém guardou um punhadinho pra mim... Uma pena. Bem, hoje foi um dia lento, volta de feriado é sempre preguiçosa. As crianças lá da escola colaboraram, apenas metade da sala compareceu. Claro, preguicinha do pós feriado, elas também tem direito, já que nem direito a férias de janeiro elas tem mais. Quanto a isso, chega de paralização, bah!, aquele sindicato pelego e sua direção pelega, além da oposição que só tem sem noção. Chega dessas coisas né, gente, pra mim já deu. Minha época de agitadora já se foi, hoje a agitação máxima permitida é cd da xuxa no dia em que o planejamento marca "corporalidade e movimento". Assim até parece que já virei uma professora tiazinha chata num tempo recorde: só seis meses de profissão. Não é exatamente isso, quem me conhece sabe. Sobre me conhecer, penso eu até que ponto este blog deixa transparecer quem sou de fato. Quem sou de fato... ora, isto é intrigante, pois nem eu posso dizer quem eu sou de fato. Mas também não será hoje que forçarei meus neurônios para descobrir, então... então vamos voltar ao bacalhau. Óoooohhhh não!!!!!!! Acabo de lembrar que preciso ler um texto hiper empolgante da Agnes Heller em espanhol para a facul no sábado.... Alíás, eu devia matar quem aprensentou o tal livro à professora, pô, não podia ser em portugues?? É o mínimo de facilidade que portar um livro de tema difícil... Chega de reclamar, sua choramingona, vá já ler agnes heller.. ok, ok.. óh vida, óh céus... Pelo visto minha mamata de não pensar acabou cedo...

domingo, 24 de abril de 2011

Voltando...

Nada como uma boa viagem com amigos para relaxar os ânimos e renovar as energias...

Força na peruca!!! pois o próximo feriado só daqui a 2 meses.


quinta-feira, 21 de abril de 2011

FERIADOOOO

PÉ NA ESTRADA....

Praia, sol, mar, amigos....



Amo mais que chocolate!!!! hahaha

terça-feira, 19 de abril de 2011

DOENTE, DE NOVO???

Mas que porr* é essa garota?? Se interna, infeliz!!!

Pois sim, estava eu novamente acamada. Dessa vez o estômago foi a vítima da vez. ZEUS, o que pode ser esse enjoo, essa ansia de vômito, essa náusea que me abate????!!
Não, por favor, me poupe da pergunta. ESTA MESMO QUE VOCÊ ESTÁ PENSANDO! Pois não estou prenha, seu engraçadinho.

Dói aqui, dói ali, resolvi ir ao médico. Afinal eu não poderia fugir a vida toda (que do jeito que vai não será longa). Fui. Mas sem o papá a disposição para me levar do outro lado da cidade, me aventurei (e que aventura, diga-se de passagem) a me consultar num hospital da região... LESTE DE SÃO PAULO.

Num corredor lotado de gente eu me encontrava. Nesta circuntância a náusea até passou a fazer sentido. Por um milagre divino não demorou a chamar, logo ouvi meu nome, com a famosa pronúncia que me mata de bronquite LOURDES. nOOOOup. É LOURES, OK?  L-O-U-R-E-S. Bem, pulando estes detalhes de percurso, entrei no consultório.
O Doutor estava de costas, sentado em sua mesa, escrevendo. Oi - eu disse como qualquer ser minimamente bem educado diria. Se ele se deu ao trabalho de levantar os olhos??? Seria óbvio eu dizer que... NÃO?....  Diga - ouvi sair de sua boca que parecia fazer um esforço absurdo para se mover. Diga?? Como assim diga, eu me perguntei. Ele parecia estar me fazendo um imenso favor em me ouvir. Gaguejando, falei do que estava sentindo.. fisicamente, claro, pois se dissesse o que se passava em minha mente, provavelmente sairia dali carregada por seguranças.
Pois vocês podem adivinhar o que ele me perguntou???? Fazem ideia do que o moço aí teve a capacidade de me perguntar???? Pois se eu soubesse teria me consultado com a minha mãe, pois certamente seria a sua primeira questão: está grávida??
AAAAAiiii, Camila, respira fundo. Pense na vida dura que leva aquele pobre médico...
Ok, superado isso, o pior ainda estava por vir.

O ser com jaleco branco mal me olhou. Desconfio que os médicos daquele recinto possuem clarividência, pois na época da conjuntivite ocorreu o mesmo. Male mal viu minha garganta e receitou:
(detalhe, ele não me proferiu uma palavra sequer apenas me deu o papel e disse: vai para enfermaria.)
 01 BEZETACIL
SORO com medicamentos diversos, os quais eu sequer fui informada sobre pra quê serviam.

Saí da sala atônita. Olhava para o papel, pra porta de onde eu acabara de sair, pra enfermaria... Me perguntando QUE DIABOS EU FUI FAZER NAQUELE LUGAR.

Resultado? Fui mais que depressa embora. Há, EUZINHA, BEZETACIL??? Nem mortaaa!!!!


(bem, depois conto o final deste longo capítulo da minha vida, por hoje, chega de graça, vou dormir, pois amanhã trabalharei o dobro. Até.)

Malvados Ativar!

sexta-feira, 15 de abril de 2011

quinta-feira, 14 de abril de 2011

...A SEMANA MAIS LONGA DO SÉCULO...

garganta inflamada* + alunos falantes* = sem voz**
alergia* + escola em reforma* = sinusite crônica**
cansaço* + insônia* = stress**
curso de manhã + facul de sábado + ansiedade + livros +...

=

domingo, 3 de abril de 2011

By Face

Disse um poeta um dia que a vida é a arte dos encontros, embora haja tantos desencontros pela vida.
Eu me encontrei em teus desencontros e te encontrei em meus desencontros. Mas nada é por acaso nada é sem razão e no tempo certo talvez nos encontremos plenamente.

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Sábado chegando....



Sábado : uma forma branda e controlada de liberdade.

E viva os Malvados!!

Palavrões e poesias

Gentem, me desculpa (uhn?) mas terei de publicar isto. Achei maior barato, dum texto do meu ídolo (hehe) Zeca Baleiro, onde este faz a defesa do Palavrão.

Amar, foder: uma união
De prazeres que não separo
A volúpia e os desejos são
O que a alma possui de mais raro.
Caralho, cona e corações
Juntam-se em doces efusões
Que os crentes censuram, os loucos
Reflete nisto, oh minha amada:
Amar sem foder é bem pouco,
Foder sem amar não é nada.

Agora adivinhem da pena de quem saiu este poema.... La Fontaine. Isso, aquele mesmo que escreveu aquelas fábulas que crescemos ouvindo... No minimo curioso, não?