Luiz Américo e Braguinha -
sou filho da véia ô
e eu não pego nada
a véia tem força ô
na encruzilhada
não bati mais meu carro
tem sempre uma grana e mulher de montão
tô sempre coberto dos pés à cabeça
nego me encosta cai duro no chão
com sete pitada da sua cacimba
marafa e dendê
um banho de arruda todinho cruzado
na minha horta só tem que chover
quem quiser que acredite
ou então deixe de acreditar
a força que ela me deu
só ela é quem pode tirar
venço e não sou vencido
aqui neste reino e em qualquer lugar
os zóio de inveja de boi mandingueiro
a véia levou pro fundo do mar
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