As vezes eu queria fechar a mente e só sentir. Sentir o que a mente não deixa sentir, porque a ensinaram assim. Queria, mais que sentir, ousar. Mas algumas vontades ela julga tão insanas que não ouso nem escrevê-las. Parecem tão erradas, que logo desisto. E minha mente mandona volta a reinar tranquila.

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