terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

Ao Dyodyo.

Ah, estou cansada!


[Suiça, 16 de julho de 1897]

"Não, não posso trabalhar mais. Não consigo parar de pensar em você. Preciso escrever-lhe. Amado, caríssimo, você não está ao meu lado, mas todo o meu ser está pleno de você" ...

"...Quero que saiba que tudo isto me faz chorar, amargamente,  mas não sei o que fazer ou como fazer. Algumas vezes penso que seria melhor se o visse o menos possível, mas então não posso me conter: quero esquecer tudo, atirar-me em seus braços e chorar muito".




 [Camarada e Amante - Cartas de Rosa Luxemburgo a Leo Jogiches]

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