Eu não sou tão frágil quanto pareço. Quem me viu em dada situação pode ter tido a impressão de que eu desmontaria. Realmente, eu me desmonto. Ou, como Cecília, "me deixo cortar para poder voltar sempre inteira". Porque eu sofro. Sofro quando é para sofrer. Choro quando é pra chorar. Mas isso não me apraz, porque tenho tanta vida! E tenho tantos motivos para ser feliz e estar alegre que permanecer em lamúrias me faz sentir quase uma criminosa, especialmente quando me vejo diante de um mundo onde há tanta gente sobrevivendo à barbaridades. Apenas me permito viver os momentos e fases da vida, cada qual com suas alegrias e dores.
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