terça-feira, 27 de setembro de 2011

Desopinião

Observar.
Ouvir.
Atentar.
Observar.

E só.


Sem vontade de emitir minhas opiniões. Apenas observo e confirmo minhas convicções. Não há necessidade de falar. De discutir, opinar, nada. Guardo para mim e assim fica melhor. Mesmo porque, quem quer saber? Todos já sabem muito. São tão convictos quanto eu. Rs, que coisa não...

Mas claro que não posso deixar passar absurdos, como a democracia ser revolucionária, ou a monogamia ser a essência do amor.... rsrsrrs Sangue de barata também não (que me perdoem os amigos). ;-)

Aliás, em alguns casos, às vezes, é até necessário o desapego. Porque algumas coisas são absurdas, mas perdoáveis, merecem resposta. Outras são tão patéticas que de mim tem só o riso. A estas peço: tendes piedade senhor destas pobres almas, elas não sabem o que dizem! rsrsrs






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