sexta-feira, 1 de abril de 2011

Palavrões e poesias

Gentem, me desculpa (uhn?) mas terei de publicar isto. Achei maior barato, dum texto do meu ídolo (hehe) Zeca Baleiro, onde este faz a defesa do Palavrão.

Amar, foder: uma união
De prazeres que não separo
A volúpia e os desejos são
O que a alma possui de mais raro.
Caralho, cona e corações
Juntam-se em doces efusões
Que os crentes censuram, os loucos
Reflete nisto, oh minha amada:
Amar sem foder é bem pouco,
Foder sem amar não é nada.

Agora adivinhem da pena de quem saiu este poema.... La Fontaine. Isso, aquele mesmo que escreveu aquelas fábulas que crescemos ouvindo... No minimo curioso, não?

Um comentário:

Marlene disse...

Zeca baleiro é tudibom!rsrsrs
eu aprendi que falar palavrão, não carece desculpas, pelo contrario, é extremamente necessario,centraliza, desestressa, e restitui a calma! bjs