Ah, olhem que bonitinho...
O amor ... esse estranho
O amor é um estranho.
É um submisso paciente em sala de espera vazia.
É um insubmisso crente da nostalgia.
Teima em escolher o par dos sonhos, nos... sonhos,
mesmo fechando os olhos à realidade, às ... consequências.
Mas ... quantas vezes realmente ele se engana?
Será que se engana?
Será que contorna a morte, se desdobra e... multiplica?
Porque ressuscita um dia em tantas pequenas coisas na nossa mente, no nosso... coração?
Nunca teremos dele respostas.
Indica-nos algo, alguém e ... pronto.
Inexplicável-mente vira-nos por vezes a cara ... para alguém por demais conhecido, por demais afinal ... desconhecido.
Não nos dá garantias, apenas fomenta estes números ... sem "rede".
Não nos garante a felicidade, não nos garante ... nada de nada.
O que é o amor afinal?
Química, cegueira, irracionalidade?
Será a sua casa realmente... o coração?
Poderemos amar sem... ver?
Sem... ouvir?
Poderemos amar alguém do outro lado da linha?
Do outro lado do... mundo?
Caberá ele numa frase, num gesto, num... olhar?
Como?
Por quê?
É um submisso paciente em sala de espera vazia.
É um insubmisso crente da nostalgia.
Teima em escolher o par dos sonhos, nos... sonhos,
mesmo fechando os olhos à realidade, às ... consequências.
Mas ... quantas vezes realmente ele se engana?
Será que se engana?
Será que contorna a morte, se desdobra e... multiplica?
Porque ressuscita um dia em tantas pequenas coisas na nossa mente, no nosso... coração?
Nunca teremos dele respostas.
Indica-nos algo, alguém e ... pronto.
Inexplicável-mente vira-nos por vezes a cara ... para alguém por demais conhecido, por demais afinal ... desconhecido.
Não nos dá garantias, apenas fomenta estes números ... sem "rede".
Não nos garante a felicidade, não nos garante ... nada de nada.
O que é o amor afinal?
Química, cegueira, irracionalidade?
Será a sua casa realmente... o coração?
Poderemos amar sem... ver?
Sem... ouvir?
Poderemos amar alguém do outro lado da linha?
Do outro lado do... mundo?
Caberá ele numa frase, num gesto, num... olhar?
Como?
Por quê?
Urbano Gonçalo de Oliveira

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