Simplesmente genial. Bom, eu sou péssima para resenhar filmes/livros, então vou me limitar a descrever algumas coisas que ele me fez pensar e como serviu para aguçar algo que eu sinto já há muito tempo.
A questão é : nos dias de hoje algo realmente difícil é dar um sentido à própria vida. A sociedade nos impõe o tempo todo o que temos que querer, fazer, desejar. Nos coloca que para sermos felizes precisamos ter um ap. da ora, um carro bacana, uma casa na praia, e assim sucessivamente, de maneira que sua felicidade aumentaria proporcionalmente ao grau de consumo. Mas tudo isso desaba quando você percebe quão superficial é esta vida, quão sem sentido e fútil é viver apenas disso. Percebe que as coisas que você possui acabam possuindo você. Como bem coloca o filme, você NÃO É o seu carro, NÃO É a roupa que veste, NÃO É o seu trabalho. São descartáveis, simples objetos descartáveis. Assim também acabam sendo as relações entre as pessoas que, estabelecidas igualmente nestes parâmetros, são relações pobres e mesquinhas. O que te resta então??
Um comentário:
Esse filme é muito bom, pois mostra com muito louvor como nossa vidinha pode ser miserável.
Já tinha pensando em fazer uma resenha desse filme para o blog da minha amiga. Agora que lembrei novamente dele posso tentar fazer a resenha, assim tenho a desculpa de assisti-lo novamente.
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